sábado, 7 de agosto de 2010

Actualização

Tenho tanta coisa para contar, mas realmente não me apetece. Este calor deixa-me assim - sem vontade para fazer nada que obrigue os dois neurónios que me restam (acho que despois das últimas noites já só resta um e meio e creio que amanhã já só vai existir um!) a trabalhar. Por isso digo só que o Algarve não está a correr tão mal como eu estava à espera. Convém voltar a referir que este mundo é efectivamente muito pequeno e que Portugal, então, é uma ervilha. Neste curto espaço de tempo já conheci uma rapariga que é quase minha prima e, o mais engraçado, reencontrei o meu primeiro namorado. Toda a gente se lembra dele menos eu e a explicação para este facto é muito simples: eu tinha dois anos quando tal relação escaldante sucedeu. Sempre fui muito precoce, é o que me têm dito. Pelos vistos, a minha sorte no amor ficou pelos dois anos de idade. Pelo menos nessa altura o sentimento era mutuo e eramos extremamente apaixonados, pelo que consta. Entretanto desde de que cá cheguei já me apaixonei por meia dúzia de gandulos - como diria o meu pai. Se calhar afinal foram só dois: um amigo da minha irmã (futuro médico, começo a achar que tenho uma queda para a Medicina) e o irmão mais velho do tal meu primeiro namorado (giro, giro, giro). Maneiras que tudo se resume a isto. Ah, hoje é a festa do Miguel Vieira (pelo menos costuma ser ele a organizá-la) aqui na minha praia. Adivinhem lá o dress code! BRANCO! Nem sequer vos passou pela cabeça, pois não? Eu logo vi.
Afinal até contei muita coisa. Será que estava enganada e ainda tenho três neurónios?

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