sexta-feira, 8 de Janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010
Só queria adormecer e acordar com os exames já todos feitos!
Tenho estado com a cabeça a mil à hora e isso reflecte-se no meu dia-a-dia. Não tenho feito outra coisa a não ser estudar e, como consequência, a minha vida social (a par da afectiva) está na lama. Não há cá tempo para cafézinhos com os amigos, tardes de primos ou noites a dois. Nada disso. Vidinha boa nem vê-la. E vai continuar assim. Os exames estão à porta. O primeiro é já amanhã e a partir daí é non stop até ao final do mês e, se as coisas não correrem bem, prolonga-se até meados de Fevereiro. Fantástico! Já não sei o que é não ter preocupações há muito, muito tempo. Estou um verdadeiro caos! Vomito Ciências Sociais a toda a hora. E como se tudo isto não bastasse, tenho a minha tão querida mãe internada no hospital. O que vale é que é por pouco tempo e a situação em principio resolve-se. Do mal o menos!
Wish me luck!
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terça-feira, 29 de Dezembro de 2009
2009
2009 foi sobretudo um ano de descobertas. Começou de uma maneira meia louca que acabou por definir muita coisa que viria a acontecer nos tempos seguintes. Brindámos a nova vida, o novo ano, "2009, o ano das mulheres e dos homens solteiros!".
Não será certamente um ano que se vai desvanecer na minha memória facilmente. Foi o ano em que fiz dezoito anos. Foi o ano em que descobri que nada nem ninguém é inacessível. Foi o ano em que concluí que gostar de alguém é muito diferente de ser obcecado por alguém e que, para amarmos realmente alguém, é preciso primeiro amarmos a pessoa que somos. Foi o ano em que descobri que há pessoas que só gostam delas mesmas e que, ainda assim (ou talvez por isso), conseguem ser felizes. Foi o ano em que se realizaram dois dos acontecimentos pelos quais esperei grande parte da minha adolescência: a viagem e o baile de finalistas. Foi o ano em que cometi grandes loucuras junto de pessoas fantásticas que me fizeram ver que “a vida deve ser levava com um olhar de puto”. Foi o ano em que senti o que é viver um dilema de verdade. Foi o ano em que percebi que as más pessoas realmente existem. Foi o ano em que percebi que "a palavra saudade nem toda a gente sente". Foi o ano em que descobri que uma das minhas melhores amigas está grávida e que eu vou ser a madrinha. Foi o ano em que o meu pai se casou pela terceira vez. Foi o ano em que entrei para a Faculdade. Foi o ano em que me afastei de muitos dos meus amigos e em que mudei a ideia que tinha pré-concebido sobre a vida académica. Foi o ano em concluí que desistir é sempre o caminho mais fácil, mas que com força de vontade nada é impossível. Foi o ano em que conheci muita gente nova, mas que grande parte dela preferia não ter conhecido. Foi o ano em que, finalmente, conheci Londres. Foi o ano em que me apercebi do quão importantes são os amigos e de como a vida é muito mais fácil se eles estiverem perto de nós. Foi o ano em que me apaixonei. Foi o ano em que tomei decisões e optei por caminhos que nunca pensei ser capaz. Foi o ano em que perdi uma amiga, mas em que ganhei um amor. Foi o ano em que cometi erros, daqueles de que me vou arrepender até ao fim dos meus dias e daqueles que só me fizeram crescer e melhorar. Foi o ano em que descobri a verdadeira essência da amizade. Foi um ano em que me desiludi muito, mas que me surpreendi ainda mais.
Os anos passam e, ao contrário do que muita gente pensa, eu acho que é bom vê-los passar. Sejam melhores ou piores, há sempre uma lição a reter, há sempre um bocadinho ou outro de saudade que acaba por ficar. E o melhor de tudo: é sinal de estamos vivos e que continuamos a ser pessoas activas neste pequeno grande mundo que nos rodeia. Falo por mim e quero muito mesmo continuar a ver os anos passar e a vivê-los com cada vez mais intensidade, a errar e a aprender com esses erros, a ser feliz e a contribuir para a felicidade daqueles que amo. Espero muito sinceramente que o melhor de 2009 seja o pior de 2010, não só para mim, mas para todos, para o Mundo. E vou continuar a lutar, todos os anos, todos os dias, por um Mundo melhor.
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sábado, 26 de Dezembro de 2009
Again
Passada esta época natalícia, volta a rotina, o quotidiano, a vida vulgar e monótona de sempre.
Estou outra vez mal (se calhar o meu amigo Anónimo vai ficar feliz quando ler isto!). Sim, desiludi-me outra vez, ou melhor, desiludiram-me outra vez. E isto vai acontecer sempre, vezes sem conta, até ao dia em que eu aprender a não me iludir. Se eu não esperar nada das pessoas, elas nunca me desiludem. O máximo que podem fazer é surpreender-me! O meu primo bem que tenta incutir-me esta filosofia, mas não vale a pena. Eu só vou aprender quando a ferida for tão grande e insustentável que eu já não consiga viver com ela.
Da última vez prometi a mim mesma que seria, de facto, a última vez. Prometi que nunca mais ninguém iria brincar comigo, com os meus sentimento. Mas aconteceu outra vez! E agora o que é que eu faço? E o pior é que eu achei que se acontecesse de novo eu já estaria preparada e pronta a defender-me da melhor maneira. Mas não. Estou sem chão.
É horrível isto que fazem comigo. Esperam que eu me afeiçoe, que eu comece a gostar, que eu me apaixone, que eu já não possa viver sem... E depois, záz!, a facada. Bem no meu coração. Porquê? Para quê? Qual é o prazer que alguém pode sentir em fazer outra pessoa sofrer?
Desta vez eu achava que era diferente. Fui com calma, muita calma até (pensava eu). Demorei muito a gostar, mas quando comecei foi para valer. Quando dei por mim, já fazia parte da minha vida e eu não podia fazer nada para o mudar. Era tarde demais. É tarde demais.
Estou outra vez mal (se calhar o meu amigo Anónimo vai ficar feliz quando ler isto!). Sim, desiludi-me outra vez, ou melhor, desiludiram-me outra vez. E isto vai acontecer sempre, vezes sem conta, até ao dia em que eu aprender a não me iludir. Se eu não esperar nada das pessoas, elas nunca me desiludem. O máximo que podem fazer é surpreender-me! O meu primo bem que tenta incutir-me esta filosofia, mas não vale a pena. Eu só vou aprender quando a ferida for tão grande e insustentável que eu já não consiga viver com ela.
Da última vez prometi a mim mesma que seria, de facto, a última vez. Prometi que nunca mais ninguém iria brincar comigo, com os meus sentimento. Mas aconteceu outra vez! E agora o que é que eu faço? E o pior é que eu achei que se acontecesse de novo eu já estaria preparada e pronta a defender-me da melhor maneira. Mas não. Estou sem chão.
É horrível isto que fazem comigo. Esperam que eu me afeiçoe, que eu comece a gostar, que eu me apaixone, que eu já não possa viver sem... E depois, záz!, a facada. Bem no meu coração. Porquê? Para quê? Qual é o prazer que alguém pode sentir em fazer outra pessoa sofrer?
Desta vez eu achava que era diferente. Fui com calma, muita calma até (pensava eu). Demorei muito a gostar, mas quando comecei foi para valer. Quando dei por mim, já fazia parte da minha vida e eu não podia fazer nada para o mudar. Era tarde demais. É tarde demais.
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And so it was Christmas...
O balanço é positivo. Correu tudo muito bem, excepto a minha pobre mãe ter passado a véspera e o dia de Natal de cama. Fora isso, tudo maravilho! Foi óptimo estar com aqueles membros da família com quem raramente estou. É por isso que gosto do Natal. Adoro os meus primos e tenho muita pena de não me poder reunir com eles todos mais vezes... Enfim, o meu primo "artista", como lhe chamam, diz que me quer levar com ele para NY porque acha que eu tenho um futuro à minha frente como actriz (sim, sim ele não bate lá muito bem!). Quanto às prendinhas, foram o costume! Nada de grandes surpresas. Mas é fantástica toda aquela confusão que se instala enquanto se entregam os presentes! E mais fantástica ainda é a desarrumação em que a sala fica, com embrulhos amachucados por toda a parte. A comida excelente como é desde que me lembro (acho que engordei no mínimo uns três quilinhos!).
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quinta-feira, 24 de Dezembro de 2009
Smells like Christmas #5
E pronto, aqui estou eu para desejar ao Mundo um Natal muito muito feliz! Apesar de que para mim o verdadeiro Natal é só amanhã à noite. Eu passo a explicar: a minha família é enorme. Tios, tias, primos, primas, respectivos maridos/namorados e mulheres/namoradas, filhos e filhas dos primos e primas, ect... Enfim, um montão de gente que só visto! Por este motivo, chegou-se à conclusão de que a única maneira de reunir todo este povo seria num dia, ou melhor, numa noite, em que ninguém tivesse outros compromissos. E quando é que isso acontece? Dia 25 à noite. Assim sendo, amanhã por esta hora já estarei eu rodeada da minha maravilhosa família materna, com um calor insuportável (dada quantidade de gente para uma sala não tão grande) apesar da insistência para não se acender a lareira, mas não "ah é tal é Natal, tem de haver a lareira!"... Apesar de tudo é uma das melhores noites do ano e o espírito que se faz sentir é incrível.
O almocinho de amanhã é dedicado à família do papá e hoje o jantar é com os membros da família que não têm outros planos. Este ano decidiu-se que seria em minha casa, o que me trouxe algum trabalho extra. Mas pronto, é Natal ninguém leva a mal, nem mesmo eu!
Bem, tenho de ir porque lá dentro já me chamam. O bacalhau de quem nada gosto já está à minha espera! A sorte é que a minha queridissima avó fez o seu especialissimo arroz de polvo.
Bom Natal a todos!
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