terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Sinais?!

Sonhas que o "teu homem" que está a viver no outro lado do oceano há quase sete meses engravida uma qualquer cabra moça de lá;
Algumas horas depois, deparas-te acidentalmente com era imagem:
Depois, quando o confrontas com tudo isto, ele diz que ainda ontem à noite falou sobre este tema.
Pior!!! Diz-te ficar assustado.

Ok, se calhar é nesta altura que abandono a minha postura zen e me começo a preocupar, não?



Obs.: Sim, ele chama-se João.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Dream Dresses @ Oscars 2013

Jennifer Lawrence, Dior 

 Charlize Theron, Christian Dior Haut Couture

 Naomi Wats, Armani

 Amy Adams, Oscar de la Renta

 Amanda Seyfried, Alexander McQueen

 Jennifer Garner, Gucci

 Jennifer Hudson, Roberto Cavalli Couture

 Nancy O'Dell, Chagoury Couture

Sandra Bullok, Elie Saab

sábado, 23 de fevereiro de 2013

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

déjà vu

Estava no carro com o meu pai e com os meus tios. Íamos a casa de um grande amigo do meu pai e do meu tio, que fazia anos. (Fui arrastada para lá, como é óbvio, não tinha o menor interesse em ir a uma festa de 60 anos, menos ainda quando tinha gente da minha faixa etária à minha espera para tomar café!). Era de noite e eu, como pessoa desorientada que sou, estava distraída e já não sabia em que sítio da invicta é que estava. De repente, déjà vu! Estava na rua dele. Soltei um "já aqui estive, um dia...". O coração acelerou e fiquei com pele de galinha. Estacionámos o carro. Eu não sabia qual era a casa do amigo do meu pai, mas apercebi-me, à medida que nos íamos dirigindo para lá, que era no prédio dele. Subi as escadas a tremer e pensei mesmo que a qualquer momento ia cair para o lado. Tentei disfarçar. Quando entrámos na dita casa ela era igual à dele. Durante as duas horas e meia em que lá estive, senti-me desconfortável. Afinal eu estava ali, naquela casa que era exactamente igual àquela em que eu estive há mais de seis meses. Mas tão diferente. E, ainda que com mais de vinte pessoas lá dentro, tão vazia. (É assim que me sinto!).

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Aquele momento em que...

... sentes que a tua vida está tão confusa, tão confusa, que tu própria não te consegues encontrar no meio de tamanha confusão. Sentes a cabeça a mil, dez mim, cem mim à hora.. prestes a explodir a qualquer momento. E sentes-te tão perdida que não fazes a menor ideia daquilo que deves fazer. Não sabes sequer aquilo que queres fazer. Pedes com toda a força que tens que estes próximos seis meses passem a voar. Tens medo de não aguentar mais. Sabes que precisas de respostas imediatamente. Mas sabes que só as vais ter quando ele voltar.
Pela primeira vez tens noção de que a distância emocional é muito mais poderosa do que a física. E tens medo. Tens muito medo


sábado, 16 de fevereiro de 2013

...

Sinto tanto a tua falta! É estranho, estúpido até. Tão pouco tempo juntos, tanto tempo separados e tanta saudade. Faz sentido? Não sei. Mas sei que te sinto dentro de mim, ainda que estejas a milhares e milhares de quilómetros de distância, num outro continente deste mundo que cada vez me parece maior. Sinto tanto a tua falta! Escrevo-o porque não o consigo verbalizar. Talvez porque se o disser em voz alta vou estar a admitir um sentimento que traz consigo muitas outras coisas. Mas é verdade. Fazes-me falta todos os dias desde o dia em que te foste embora. Não me consigo desligar de ti. Acho que é algo místico. Eu acredito no destino, sabes? Não como uma coisa rígida  mas acredito. E tem que haver algum motivo para ele ter decido que ao fim destes anos nos deveríamos encontrar de novo. Tantos anos sem saber de ti, tantos anos sem te ver, sem te pensar, sem te querer. E depois, uma semana mágica e um ano de distância, outra vez. Achas que é o destino a querer testar-nos? Ou a querer testar-me a mim? Estas e muitas mais perguntas para as quais não tenho resposta. A única certeza que tenho é que te quero com tudo aquilo que sou. Todos os dias da minha vida.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Do dia dos namorados (assim mesmo em minúsculas)

Possivelmente estarás a dormir quando te escrevo esta carta, são 4.04 da manhã. Falei contigo hoje por duas vezes e por duas vezes tive a mesma sensação de perceber que tudo aquilo que eu quero é algo muito parecido a ti. Não sei se és tu, mas parece-me que a haver alguém com as tuas características, é essa pessoa que eu quero. Quero alguém como tu e desde que te conheci que a procuro de forma incansável, na esperança que alguém se assemelhe a ti, que se aproxime do que sinto por ti, que me saiba a ti, que me deixe a pensar-te, a imaginar-te o que fazes a esta hora, onde e como estarás. Mas isto, sem que não o percebas e não te incomodes mais, de forma a que sejamos só amigos como tu pretendes. Sejamos claros, a remax em vez de vender andares e colocar outdoors pelas cidades inteiras à procura de compradores de cimento e tijolos e cozinhas nouvelle vague ou lá o que é, devia dedicar-se ao amor e ajudar-me a procurar alguém como tu – apenas isso - de forma a que continuasses a tua vida sem que alguma vez percebesses que é a ti que eu quero e procuro. A remax, a century 21, a Era, essas imobiliárias de betão, deveriam ajudar-me a procurar alguém igual a ti, em vez de um t2 com vista para o mar, de um andar com 5 assoalhadas, de jardins sustentáveis e condomínios fechados e o diabo a quatro. O melhor vendedor da remax que se chama Nuno Gomes, se fosse mesmo o melhor da Europa como dizem que é, poderia ajudar-me nisto: A procurar alguém igual a ti, colocando em todos os outdoors de Lisboa que têm para o efeito, um anúncio em letras grandes à qual se juntaria a tua foto que diria “Procura-se mulher igual a esta”. E posto isto, deixaria o seu habitual número para lhe chegassem propostas e em todas elas, eu, com tudo o que tinha, hipotecava o que houvesse, desde o recheio da casa, à minha modesta conta ordenado, à minha roupa, aos meus haveres, às minhas acções, desde as boas às más, desde o meu quarto à sala de estar, a este escritório, a este computador, a esta camisa que uso, a este teclado com que agora te escrevo. 
Procuro alguém igual a ti, peço-te ajuda para isso, não quero interromper a tua vida nem mudá-la, nem sequer fazer perder-te muito mais tempo, desde que me garantas que me arranjas alguém igual a ti. Mas tem que ser igual, exactamente igual. Promete-me isso, quero esse riso na minha vida, quero essas provocações parvas, quero esse teu voluntarismo desinteressado, quero essa cara, esses olhos, esse cabelo, esse foda-se na ponta da língua. Mas não te quero a ti que tens mais que fazer. Esta carta é um pedido de ajuda por isso, porque não é a ti que eu quero, quero isso sim, alguém como tu, alguém que nunca a Remax saberá encontrar.

Fernando Alvim in Não és tu, sou eu

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Seis meses depois: crónicas de (mais) uma noite nostálgica


Seis meses. Foste embora há seis meses. Faltam seis meses para voltares. Eu? Cansei. Cansei de esperar. Cansei de fazer da minha vida uma espera. Cansei de contar os dias. Cansei de contar os meses. Não posso reduzir a minha vida a uma espera. Não quero.
Seis meses. Cento e setenta e três dias. Em todos, sem excepção, pensei em ti. Contigo fiz uma coisa que jamais fiz com outrem  A ti entreguei-me, nua – vulnerável – numa folha de papel que atravessou um oceano. Nessa folha não foi apenas uma parte de mim, fui eu, mulher inteira e imperfeita. Ofereci-te o meu coração. Um coração renovado, renascido, o coração puro daquela criança que há quinze anos te dava beijinhos na boca às escondidas, atrás daquela buganvilia em flor. Minto se disser que não esperava nada em troca. (Ofereci-me a ti! Queria-te, em troca!). Deste-me o esperado, escolheste o lugar comum. Questionaste o que eu sentia e, com isso, questionaste o meu corpo, questionaste o meu coração. Esperava chorar, mas sorri. Porque sabia (sei) que me queres, que me sentes e que me gostas. Mesmo com um oceano entre nós.
Senti-te todos os dias, nestes seis meses.  Senti-te, toquei-te e cheirei-te. Fui sempre tua, mesmo quando procurei os teus abraços nos braços de outro. Fui sempre tua, mesmo quando ofereci o meu corpo a outro que não tu. O meu corpo sim, o meu coração nunca. Porque quando se dá um corpo a outro é mesmo isso que acontece: dois corpos, oferecidos um ao outro, consumidos pelo instinto. Mas quando se dá um coração a outro, acontece outra coisa: mais do que dois, tornam-se um. E isso é mágico. Afortunados os que experimentaram essa mística sensação que nos faz morrer e nascer no mesmo milésimo de segundo.
Agora? Estou exausta. Dói me a alma. A alma velha, ao contrário do coração que te dei. Não posso fazer da minha vida uma espera. Não quero. Gostava de ter a coragem de viver para ti. Mas eu, mulher inteira e imperfeita, sou fraca. E a minha vida não és tu.
A minha vida sou eu.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Dúvida existencial

Porque é que os primeiros encontros nunca correm tão bem na vida real como no Sex and the City? Como quebrar o gelo? Adorava ter jeito para estas coisas...

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Carnaval

Não gosto do Carnaval. Já gostei mas, ao longo dos anos, tenho vindo a gostar cada vez menos. Esta ideia de as pessoas se mascararem e, por um dia, deixarem de ser quem são e assumirem o papel de uma qualquer personagem, faz-me uma certa espécie. Será que isto é mesmo possível? Será que por um momento podemos deixar de ser quem somos e viver uma vida diferente daquela que é a nossa? Se calhar não gosto do Carnaval por causa disso mesmo - por não ser capaz de largar aquilo que sou e a vida que tenho. por não me conseguir libertar e ser feliz, sem planos ou expectativas.