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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

É mesmo isto



This is me with another nervous breakdown
My pressure dropped, this body went with it
Memory fails, I'm feeling claustrophobic
I scream my silent pain in this big plain
There's no one here
Tell me who is there now
Who is there with you

(...)

Kiss me, is this a dream?
Should I believe it?
Please promise to me that I'm not going to get hurt this time.

Am I too good for you, am I just paranoid?
Should I clinical ou should I speak louder?
Maybe I should close my eyes for years
And wait for the strongest feeling
Out of all of the feelings
To raise from you.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Enfermedad

Nos últimos dias tenho estado doente. Acho que já não ficava assim tão mal há muito tempo, pelo menos que me lembre. Ou então é o facto de estar longe de casa que agrava a situação. Mas enfim, a febre, as dores de garganta, de cabeça e todo o corpo, o nariz a pingar, os espirros e a tosse não me têm largado ultimamente. Tudo começou sexta-feira. Na quinta à noite apanhei frio e na sexta, quando acordei, sofri as consequências. Mas era só uma leve dor de garganta, portanto tomei um cházinho e, à noite, voltei a ir para a borga. Sábado voltei a acordar com a companhia da bela da constipação. Como tinha um botellon marcado para essa noite, resolvi ficar metida na cama o dia todo para mais tarde poder sair. E assim o fiz. À noite sentia-me muito melhor e lá fui eu. E que noite foi, minha gente! Que noite! Domingo é que tudo descambou. Acordei num estado lastimável, a arder em febre. Quase não conseguia abrir os olhos, doía-me o corpo ao ponto de me fazer chorar, doía-me a garganta ao ponto de não conseguir comer. Voltaren e benuron em doses cavalares mas que, ainda assim, não surtiram efeito. Passei o dia todo fechada no quarto, enfiada na cama, sozinha, com vontade de estar em casa e de ter a minha mãe ao meu lado. Ninguém me veio perguntar se estava bem, se precisava de alguma coisa. Ninguém veio verificar se eu estava viva ou morta. Ninguém. Nessa noite não dormi até às seis da manhã. E se não fosse ele a "distrair-me" com as suas mensagens, acho que tinha dado em louca. Passei muito mal, mas não acordei ninguém para me vir acudir. Ontem, segunda-feira, não fui às aulas. Voltei a passar o dia todo no quarto, sozinha. Sim, nunca me tinha sentido tão sozinha como me senti nos últimos dias. Só à noite a Joana me veio perguntar se eu queria ir hoje com ela ao hospital. Disse-lhe que não sabia, que dependia do estado em que acordasse hoje. A verdade é que acordei melhor, finalmente. Dormi bem, apesar de ter acordado cedo. Aproveitei para pôr parte do estudo em dia, para dar uma arrumação ao quarto e para tomar um bom banho. Pensava eu que estava bem melhor, a caminho da recuperação. E a verdade é que relativamente à gripe estou. Mas agora, vá-se lá saber porquê, sinto umas náuseas estranhissimas. Acho que só podem ser efeito na medicação, uma vez que nos últimos dias eu só tenho comido sopa e bebido chá. A sério, que sorte a minha!

sábado, 19 de março de 2011

Pai

Brad Pitt & Vivienne Marcheline Jolie-Pitt

Ontem tivemos uma conversa muito séria. Muito complicada. Chorei muito, mas ele pediu-me por tudo para que eu não deixasse que aquele assunto me estragasse o fim-de-semana. Eu concordei. Mas menti. O meu fim-de-semana já está estragado, apesar de logo à noite ter uma festa que tem tudo para correr super bem. Apesar de hoje estar um dia de sol lindo. Estou no meio de um campo de batalha. Estou a ser obrigada e tomar um partido. E não quero. Nunca quis e, ainda bem, nunca estive no meio das guerras entre o meu pai e a minha mãe. Até agora. E, agora, não sei o que fazer.
Hoje, o meu pai foi passear com a minha madrasta. Eu fiquei em casa, sozinha. "Se precisares de alguma coisa, diz!" - precisava de não estar sozinha neste momento. Precisava que me tivessem convidado para ir passear com eles. Afinal, é Dia do Pai.
Independentemente de tudo e como, aliás, já o disse aqui muitas vezes, amo o meu pai incondicionalmente. E espero que nada consiga abalar este amor.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

É mesmo isto que me tem apetecido

Quando os exames acabarem, a festa vai ser grande. Grande e louca. Muito louca.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Nunca sei o que dizer nestas situações

Amiga 1: Estou quase a fazer 6 meses de namoro!
Amiga 2: A sério? Eu fiz ontem um ano e meio!
Eu: ...

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

V

Também sinto falta dela. Se me leres, dá sinal de vida.
(Needing a hug.)

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Hoje

E então chega o dia em que percebes que está tudo na mesma. Passaram meses e podiam ter passado anos, mas nada mudou. Percebes que o sentimento é mesmo, com a única diferença de que é ainda mais intenso. Chegas à conclusão de que te é impossível viver sem esse sentimento. É como uma droga - corrói, mas é totalmente imprescindível. Descobres que só por ele é que serias capaz de fazer tudo. Até o mais louco, o mais imoral e o mais insensato. Por ele, tudo vale a pena. Com ele, tudo faz sentido. E só agora é que te apercebes disso. E sentes que se ele te pedisse, neste exacto momento, para ires ter com ele, irias sem hesitar, estivesse ele onde estivesse. Percebes que para ti nada nem ninguém tem mais importância do que ele e que o teu mundo gira em torno da sua existência. Ele é o teu sol e tu dependes da sua luz para existires. Apercebes-te de que não consegues fazer nada para mudar isso. Nesse dia, quando chocas com a realidade, choras. Choras muito e questionas a ti mesma: porque é que ele não gosta de mim?

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

(desespero)

Estou mal. Preciso de um abraço amigo. Estou sozinha e preciso de um abraço bem apertado. Preciso de ajuda.

domingo, 12 de setembro de 2010

(emocionalmente) Morta


Esta vida de solteira já me começa a cansar um bocadinho. Começa a tornar-se assim um bocadinho a modos que monótona. Um monotonia emocional, não sei se me entendem. Sinto falta de sentir borboletas na barriga, de ficar nervosa nos momentos que antecedem o chegada da tal pessoa, de sorrir sozinha só porque me lembro dele. Deserto afectivo - acho que nunca mais me vou esquecer dessa expressão. Mas, por mais que me custe admitir, descreve a minha vida actual na perfeição.
Também estou farta de me sentir um objecto. Sim, ultimamente qualquer espécime do sexo masculino que se aproxima da minha pessoa, tende a fazer sentir-me um objecto. E eu não sou um objecto, sou uma pessoa. E as pessoas têm sentimentos, que devem ser respeitados. E as pessoas às vezes magoam-se.
Sinto falta de ter alguém ao meu lado. Dispenso pessoas bipolares (tipo ele que tanto me despreza durante meses a fio, como se lembra de mim a meio da noite e me liga e depois diz que quer tomar um café comigo). Quero sentir-me viva outra vez. Quero que me despertem emocionalmente. Será pedir muito? Acho que já cumpri o castigo pelos erros cometidos na última tentativa, certo?

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Mas depois...

Até que chega o dia em que acordas para a vida e te apercebes que os príncipes encantados não só já não existem como nunca existiram. Percebes que, afinal, ele não é perfeito, pelo contrário, ele até tem todas as características que tu não consegues suportar num homem e que, afinal, a paixão é que é cega. Chegas à conclusão de que esse tal príncipe nunca irá entrar na tua vida, por isso é melhor despachares-te e contentares-te com o teu vizinho engenheiro. Os médicos não têm vida pessoal e, além disso, se não começares a fazer pela vidinha, dás por ti já fora do prazo de validade. Lembras-te de que vives num sexto andar recuado e que por isso, a tal serenata dos teus sonhos nunca seria possível. Depois apercebes-te de que cafuné qualquer um pode fazer e que até podes viver com o facto de teres alguém ao teu lado que não sabe cantar. As viagens e as aventuras vão-se limitar a uma semana em Agosto algures entre Portimão ou Albufeira e vais-te contentar com isso. De um momento para o outro esqueces-te que, um dia, chegaste a acreditar que os príncipes encantados realmente existiam e que tu, como princesa que eras, terias direito ao teu. A vida real não é um conto de fadas. E pensas, “que estupidez, como é que eu fui capaz de acreditar numa barbaridade destas?”.
Ou então vives iludida a vida toda. E quem se ilude, mais cedo ou mais tarde, desilude-se. E vives assim, desilusão atrás de desilusão. “Agora é de vez, ele é o tal, eu sei que é!” e voltas a bater com a cabeça na parede porque depositaste demasiadas expectativas numa pessoa que, afinal, só te queria para dar umas voltas. Continuas a acreditar que as boas pessoas, no final, serão sempre recompensadas, que os heróis existem, existem anjos da guarda e até a fada dos dentes é uma realidade.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Algarve

Cheguei ontem ao Algarve. Está um tempo fantástico, um calor daqueles e a água do mar está a 25 graus. Mas, por incrivel que pareça, tenho saudades dos que deixei no Norte. Da casa, da quinta, dos amigos e, principlamente, do meu pai. Isto é estranho, acreditem. Nunca tal sensação tinha sido por mim experimentada. A ver vamos se isto passa com umas imperiais a 70 (sim, eu disse SETENTA) cêntimos.

sábado, 31 de julho de 2010

Um ano depois

Pois é, o tempo passa estupidamente depressa. Há um ano atrás, dia 31 de Julho de 2009, de uma forma ténue ou até mesmo transparente à primeira vista, a minha vida começou a mudar. Nessa altura, preferi ficar no Porto em vez de ir para o Algarve com a minha mãe. A V. fazia anos e estava a passar uma fase particularmente triste da sua vida. Eu não podia não estar presente no aniversário dela e foi assim que decidi rumar mais tarde para Sul. Fomos todos jantar, algures pela Baixa Portuense, e foi assim que o conheci. “Amigos em comum” é a resposta cliché à pergunta (também ela cliché) “como é que se conheceram?”. Não gostei dele à primeira vista, é verdade. Achei-o mal-encarado com uma pitada de arrogância à mistura. Com o avançar das horas, decidimos vir todos para minha casa. Eu fiquei sem cigarros e foi ele quem me “sustentou” o resto da noite. Trocamos algumas ideias, coisas banais apenas. Ele deixou de me parecer arrogante, passando a ideia de ser uma pessoa bastante acessível até. E assim se passou a noite. A pouco e pouco as pessoas foram indo embora até que só ficaram quatro ou cinco. Ele dormiu no chão da minha sala. Quando acordei, já lá não estava ninguém. Tinha sido uma boa noite. Uma noite calma, sem grandes excessos, passada entre amigos. Eu não idealizei nada, aliás, o interesse por ele nem surgiu aí. No dia seguinte fui para o Algarve e só passado uns dias é que voltei a ter notícias dele. Mandou-me mensagem a meter-se comigo por causa dos cigarros que lhe tinha ficado a dever e das cervejas que tinha deixado no frigorífico da minha casa. E foi aí que começou o meu dilema. Já tinha passado por algumas desilusões amorosas e estava muito sensível nessa altura. Disse-me um dia a V, que eu estava desesperadamente a precisar de me agarrar a algo que me fizesse acreditar que era possível eu ser feliz ao lado de alguém.
As coisas avançaram muito lentamente. Estivemos muito tempo sem falar. Ele sempre a insistir, eu sempre a ignorar. Ele nunca desistiu e eu nunca tinha tido ninguém que me desse assim tanta atenção. Até que parei de oferecer resistência, parei de fugir dos meus sentimentos. Já não dava mais, já não valia a pena lutar por uma causa que há muito estava perdida. Tinha-me apaixonado e isso era um facto. Por ele, deixei coisas muito importantes para trás. Com ele, cheguei a acreditar que realmente era possível ser feliz ao lado de alguém.
Passou um ano. Nunca cheguei a devolver-lhe os cigarros que lhe devia nem as cervejas que ficaram esquecidas no frigorífico da minha casa. Dei-lhe muito mais do que isso. Eu dei-lhe o meu coração, um coração carregado de bons sentimentos e muitas esperanças de um futuro feliz. Ele tomou conta dele durante algum tempo, acarinhou-o e encheu-o com emoções ainda mais fortes. Quando achou que já não era suficiente, quando se cansou, amachucou-o como quem amachuca um jornal velho e, por fim, deitou-o fora.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Sometimes, I still miss him.


Hoje acordei com saudades dele. Já não acontecia há algum tempo. Tenho sonhado com ele, ultimamente. Desde aquela vez, nunca mais falamos. Às vezes apetece-me, admito, mas agora já me consigo controlar. Cheguei à conclusão de que no meio de muitas coisas, há duas das quais eu sinto, particularmente, saudades. Uma delas é de rir. Rir com ele. Nós riamos muito, os dois. Quem nos visse, diria que nós não passávamos de duas crianças felizes. E no fundo era isso mesmo. Eramos duas crianças e vivíamos no nosso próprio mundo encantado. E eramos felizes. Muito felizes. Ou pelo menos fomos, durante uns tempos. A outra é de abraçar. Abraça-lo. Faz-me muita falta aquele abraço caloroso. Faz-me falta poder abraça-lo sempre que me apetece. E apetece-me muitas vezes. Em determinadas situações, um abraço pode solucionar o mais grave dos problemas. Os abraços dele eram assim. Os nossos abraços.
Fui feliz com ele, não sempre, mas no geral, sim, fomos felizes. Guardei-lhe muito rancor durante muito tempo. Nem sei como. Eu, por norma, não sou uma pessoa rancorosa. Mas agora já passou. O rancor foi-se embora. Ficou a mágoa. A mágoa de alguém a quem partiram o coração. Aos poucos e poucos, a mágoa vai, também ela, passando. E vão apenas restar as recordações. As boas recordações. E ele vai passar a ser apenas uma fase passada da minha vida. E eu vou ter saudades, sempre.

A música

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Coisas

Hoje sinto-me assim... a precisar de miminhos. Não estou deprimida. Não estou triste. Mas estou num daqueles dias em que precisava mesmo de ter a atenção de alguém totalmente centrada em mim. Precisava de me encostar no colo de alguém que me fizesse festinhas no cabelo, enquanto víamos um filme. Um romance dramático. Precisava de me sentir aconchegada. Hoje, só pedia isso.



quarta-feira, 9 de junho de 2010

É mais ou menos isto


Sei que, mais cedo ou mais tarde, vai surgir outra pessoa. E também sei que, muito provavelmente só nessa altura é que eu vou conseguir esquece-lo completamente. Mas, para já, a ferida ainda não sarou. Apesar de já terem passado uns meses, sinto que ainda é tudo muito recente. Daí estas coisas mexerem tanto comigo. Para já, sinto-me agoniada só de pensar nele com outra pessoa ao seu lado que não eu. Sei que não tenho esse direito. Mas não consigo evitar a reviravolta que sinto no estômago e o arrepio que me sobe pela espinha sempre que penso nisso.
Não gosto que relativizem aquilo que sinto. Não gosto que pensem que sou demasiado dramática. Partiram-me o coração em mais de mil bocadinhos. E agora vai demorar algum tempo para conseguir juntá-los a todos. Li uma vez que algo partido pode sempre ser arranjado, mas nunca voltará a ser o que era. Eu vou esforçar-me ao máximo. Esforço-me todos os dias. Mas dói. Não vou dizer que não, porque dói muito. Se vou conseguir? Sim. E quero acreditar que, realmente, tudo aquilo que não me mata só me pode tornar mais forte. Se não me tornar mais forte, tornar-me-á , com certeza, mais fria, mais distante a mais racional.
Isto é mais ou menos como largar um vício. Tem de ser aos poucos e poucos. Cada dia é uma vitória alcançada, apesar de existir sempre a saudade de, a vontade de. Dizem as novas teorias sobre a adição que agarrado uma vez, agarrado toda a vida.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Adeus

Não há nada mais triste do que as despedidas. Nada me faz sofrer mais. Pior ainda quando são despedidas fora de contexto, sem tempo, sem lugar. Já diz a música que depois da chegada vem sempre a partida, porque não há nada sem separação, mas há despedidas que são muito difíceis de aceitar. E depois há aquelas despedidas que mudam vidas.
Claro que há que dizer que a tal separação de que fala a música nem sempre é negativa. Afirmar isso seria afirmar indirectamente que toda a mudança é má. Sim, porque despedir significa mudar. Quando nos despedimos de algo, de alguém, de algum lugar, estamos a deixar algo que era nosso para trás e estamo-nos a abrir a algo que entretanto surgirá. Ou então não. Ou então fechamo-nos total ou temporariamente a toda e qualquer novidade. Depende. Depende da dimensão da despedida. Depende da forma como aceitamos ou não a despedida. E depende, sobretudo, daquilo de que nos despedimos.
Eu não consigo aceitar esta despedida. Sim, esta despedida mudou a minha vida, mudou a pessoa que eu sou. Estou diferente desde que esse momento - o da despedida - chegou. E tenho medo de ficar assim sempre, para sempre. Tenho medo de não voltar a ser a pessoa de espírito livre e ânimo leve que sempre fui. Tenho medo de me acomodar a esta solidão que me assolou desde que ele se foi embora.
Haverá palavra mais triste do que "adeus"?

sábado, 15 de maio de 2010

Vida académica

Antes de mais nada, quero aqui dizer que álcool no sangue e telemóvel na mão não é, definitivamente, uma boa combinação. Chega até a doer ver as barbaridades que uma pessoa escreve quando está com um grau de alcoolemia acima da média. Sim, é doloroso. É que para além de passar aquela ideia de que sou realmente uma pessoa que bebe muito, dou mesmo aquele ar de quem está verdadeiramente desesperada. Estou, é verdade. Mas ele não tem de saber. Ou pelo menos não assim tão explicitamente.
Enfim... Ontem lá fui eu à Queima das Fitas de Coimbra. Foi muito bom, sobretudo porque pude rever amigos que já não via há uns bons meses. Diverti-me muito, dancei muito, cantei até ficar sem voz. Acaba-se a semana e acaba-se também a má vida académica, para dar lugar à vida académica má. Pois é, dentro de menos de um mês começam os meus exames que ameaçam só acabar lá para meados de Julho. Estou com medo. Não por causa dos exames em si, mas sim por saber que foi no inicio da época de exames do semestre passado que o meu bem-estar psicológico começou a descer a pique. E ainda não parou de descer. E toda a aura que envolve os exames só tem tendência a piorar o meu estado. Mas pronto, não quero estar a sofrer por antecedência.