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domingo, 7 de julho de 2013
quarta-feira, 20 de março de 2013
P.S.
"Por ti eu iria até a lua e voltava. Escalaria o Monte Everest e gritaria o teu nome. Iria até o Alaska a pé e traria uma flor de lá para ti. Nadaria o oceano todo só para te ver. Não há nada que eu não faria. Não te esqueças, domingo estarei aí para te ver.
P.S.: Vou, se não chover!"
terça-feira, 19 de março de 2013
Carta que nunca te escrevi #2
Sonho-te muitas vezes. Sonho-te quase todas as noites. No inicio eram sonhos dos bons, daqueles em que quando acordas sentes pena por ter sido apenas um sonho. Depois começaram a piorar. Agora sonho-te sempre diferente daquela imagem que criei de ti e que tento manter, contra tudo e contra todos. Nos meus sonhos apareces-me morto ou a morrer. Ou então portas-te mal, fazes coisas impensáveis e magoas-me muito. Numa destas noites sonhei que eu estava a morrer e que tu ias surfar em vez de me ires visitar ao hospital em que eu estava, moribunda. Acordo agoniada, assustada. Com medo.
Acordada tento sempre sonhar-te de outra forma. A fazeres-me boas surpresas e a mostrares-me que tudo valeu a pena.
No fundo acho (sei) que tenho muito medo que não voltes aquela pessoa que eu idealizo. Tento não ter expectativas, não esperar o bom nem o mau. Mas é inevitável!
quarta-feira, 13 de março de 2013
terça-feira, 12 de março de 2013
Sete meses depois
Sete meses volvidos. Duzentos e um dias passados. E por mim passou também um imenso turbilhão de sentimentos.
Raiva.
Desespero.
Preocupação.
Esperança.
Amor incondicional.
Mágoa.
Saudade.
Arrependimento.
Agora? Começo a achar que a dor de um "até já" é pior que a dor de um "até nunca". E os dias vão passando e as notícias não chegam. Seremos estranhos, outra vez?
quinta-feira, 7 de março de 2013
Carta que nunca te escrevi
Dou por mim a ler mensagens tuas de há sete meses atrás. Leio também conversas que fomos tendo, entretanto, via facebook. Soubesse eu da falta que me irias fazer e teria gravado até as nossas conversas por skype. Tudo meras tentativas de te sentir aqui, mais perto de mim. E às vezes sinto. Quando estou prestes a adormecer, naquele limbo que separa os sonhos da vida real, sinto-te bem juntinho a mim, como se os nossos corpos tivessem sido esculpidos para encaixarem perfeitamente um no outro.
Às vezes sinto-me tão perto, apesar de te consciência de que estás aí - tão longe. Mas outras vezes parece que estamos mais distantes do que nunca, como se em vez de estares noutro país, noutro continente, estivesses noutro mundo, noutra galáxia, noutro tempo que não o meu.
Tempo.
Distância.
Nunca duas palavras conjugadas tiveram tanto impacto na minha vida. Mas o que me conforta é saber que cada dia que passa a distância entre nós fica mais curta.
terça-feira, 5 de março de 2013
teorias
Em Psicologia Social fala-se muito da Teoria Atribucional de Heider. De uma forma muito geral, esta teoria foca-se no modo como atribuímos características às pessoas e na tendência que temos para as atribuirmos de forma diferente consoante gostamos ou não da pessoa em causa. Ou seja, quando alguém de quem nós gostamos tem um comportamento errado, temos tendência a responsabilizar o contexto, algo extrínseco à própria pessoa. Mas caso alguém por quem não nutrimos uma especial simpatia se porta mal a tendência é oposta, isto é, achamos sempre que a pessoa se portou assim devido a uma qualquer característica sua menos positiva e, certamente, interna a ela. Um exemplo muito simples: se alguém de quem nós gostamos tira uma nota medíocre num exame, foi o azar; se tira a melhor nota da turma foi devido à sua inteligência largos pontos acima da média. À primeira vista esta teoria parece um pouco simplista e até redundante. Mas se olharmos com alguma atenção para quilo que se passa à nossa volta, ficaremos impressionados com a facilidade com que podemos comprová-la.
Ontem, depois de ter vindo de tomar café com elas, dei por mim a pensar sobre relações e até que ponto esta teoria se aplicaria a elas. E cheguei a uma conclusão curiosa.
é do conhecimento comum que quando estamos apaixonados as nossas capacidades de discernimento ficam significativamente comprometidas. E é aqui que a Teoria Atribucional se encaixa. Quero com isto dizer o seguinte: no que toca a relações, quando a pessoa que amamos se porta mal connosco ao fim de um grande (ou pequeno - que, normalmente, quando se trata de amor, o tempo tem pouca ou nenhuma importância) período de felicidade, a tendência é pensarmos que essa pessoa é, afinal, um animal. "Como é que eu pude ser tão burra ao ponto de acreditar que ele era uma boa pessoa?" e assim se inicia um longo tempo de auto-comiseração, qual drama de novela mexicana de terceira categoria. Achamos que a pessoa se portou mal porque é má e pronto. E essa certeza não nos sai da cabeça, no matter what.
Em contrapartida, quando o contrário acontece, o mesmo não se verifica. Se a pessoa por quem estamos apaixonados sempre nos tratou mal e porcamente e nunca nos deu o mínimo valor, mas depois nos compensa e nos começa a tratar que nem rainhas, "ah e tal , ele estava a passar por uma fase difícil, foi só uma reacção às circunstâncias da vida" e apagamos da nossa memória tudo o que foi mau como se nunca sequer tivesse acontecido.
Se não vejamos e tomemos com exemplo duas das minhas "histórias". O P. sempre foi um anormal comigo. Fazia-me sentir pequena, insegura, inferior a tudo e a todos. Mas bastava fazer a mínima demonstração de afecto para eu o desculpabilizar com a tão aclamada "vida". E foi assim, durante mais de dois anos até eu, finalmente me desapaixonar.
E tão como a água é diferente do vinho, o J. é diferente do P.. O J. sempre foi impecável comigo. Quanto estivemos juntos tratou-me com todo o respeito e carinho quanto se deve tratar alguém de quem gostamos. E mesmo depois de se ter ido embora e com um oceano entre nós continuou a tratar-me assim. Ao fim de meses mudou. E o que é que eu achei imediatamente? Que ele era um animal, que tudo o que tínhamos vivido antes tinha sido uma mentira e blá blá blá, coitadinha de mim, auto-comiseração. Desta vez não foi preciso desapaixonar-me. Continuo apaixonada. Mas agora consigo ver que aquilo que vivemos foi verdadeiro e que ele não passou a tratar-me menos bem por ser má pessoa. Ele é uma pessoa incrível, mas está no outro lado do mundo e a distância é uma batalha inglória que jamais poderei - ou poderemos - vencer.
Então, no que toca a relações, será que a teoria se distancia assim tanto da realidade? Será que conseguimos ser imparciais e colocar de parte os nossos sentimentos quando nos vemos obrigados a atribuir características aos outros? No meio das interrogações fica uma certeza: ele persiste em ser uma boa pessoa neste mundo que a cada segundo nos alicia a sermos feios, porcos e maus. Ele é uma excelente pessoa e pessoas assim merecem a nossa espera.
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Do dia dos namorados (assim mesmo em minúsculas)
Possivelmente estarás a dormir quando te escrevo esta carta, são 4.04 da manhã. Falei contigo hoje por duas vezes e por duas vezes tive a mesma sensação de perceber que tudo aquilo que eu quero é algo muito parecido a ti. Não sei se és tu, mas parece-me que a haver alguém com as tuas características, é essa pessoa que eu quero. Quero alguém como tu e desde que te conheci que a procuro de forma incansável, na esperança que alguém se assemelhe a ti, que se aproxime do que sinto por ti, que me saiba a ti, que me deixe a pensar-te, a imaginar-te o que fazes a esta hora, onde e como estarás. Mas isto, sem que não o percebas e não te incomodes mais, de forma a que sejamos só amigos como tu pretendes. Sejamos claros, a remax em vez de vender andares e colocar outdoors pelas cidades inteiras à procura de compradores de cimento e tijolos e cozinhas nouvelle vague ou lá o que é, devia dedicar-se ao amor e ajudar-me a procurar alguém como tu – apenas isso - de forma a que continuasses a tua vida sem que alguma vez percebesses que é a ti que eu quero e procuro. A remax, a century 21, a Era, essas imobiliárias de betão, deveriam ajudar-me a procurar alguém igual a ti, em vez de um t2 com vista para o mar, de um andar com 5 assoalhadas, de jardins sustentáveis e condomínios fechados e o diabo a quatro. O melhor vendedor da remax que se chama Nuno Gomes, se fosse mesmo o melhor da Europa como dizem que é, poderia ajudar-me nisto: A procurar alguém igual a ti, colocando em todos os outdoors de Lisboa que têm para o efeito, um anúncio em letras grandes à qual se juntaria a tua foto que diria “Procura-se mulher igual a esta”. E posto isto, deixaria o seu habitual número para lhe chegassem propostas e em todas elas, eu, com tudo o que tinha, hipotecava o que houvesse, desde o recheio da casa, à minha modesta conta ordenado, à minha roupa, aos meus haveres, às minhas acções, desde as boas às más, desde o meu quarto à sala de estar, a este escritório, a este computador, a esta camisa que uso, a este teclado com que agora te escrevo.
Procuro alguém igual a ti, peço-te ajuda para isso, não quero interromper a tua vida nem mudá-la, nem sequer fazer perder-te muito mais tempo, desde que me garantas que me arranjas alguém igual a ti. Mas tem que ser igual, exactamente igual. Promete-me isso, quero esse riso na minha vida, quero essas provocações parvas, quero esse teu voluntarismo desinteressado, quero essa cara, esses olhos, esse cabelo, esse foda-se na ponta da língua. Mas não te quero a ti que tens mais que fazer. Esta carta é um pedido de ajuda por isso, porque não é a ti que eu quero, quero isso sim, alguém como tu, alguém que nunca a Remax saberá encontrar.
Fernando Alvim in Não és tu, sou eu
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Seis meses depois: crónicas de (mais) uma noite nostálgica
Seis meses. Foste embora há seis
meses. Faltam seis meses para voltares. Eu? Cansei. Cansei de esperar. Cansei
de fazer da minha vida uma espera. Cansei de contar os dias. Cansei de contar
os meses. Não posso reduzir a minha vida a uma espera. Não quero.
Seis meses. Cento e setenta e
três dias. Em todos, sem excepção, pensei em ti. Contigo fiz uma coisa que
jamais fiz com outrem A ti entreguei-me, nua – vulnerável – numa folha de
papel que atravessou um oceano. Nessa folha não foi apenas uma parte de mim,
fui eu, mulher inteira e imperfeita. Ofereci-te o meu coração. Um coração
renovado, renascido, o coração puro daquela criança que há quinze anos te dava
beijinhos na boca às escondidas, atrás daquela buganvilia em flor. Minto se
disser que não esperava nada em troca. (Ofereci-me a ti! Queria-te, em troca!).
Deste-me o esperado, escolheste o lugar comum. Questionaste o que eu sentia e,
com isso, questionaste o meu corpo, questionaste o meu coração. Esperava
chorar, mas sorri. Porque sabia (sei) que me queres, que me sentes e que me
gostas. Mesmo com um oceano entre nós.
Senti-te todos os dias, nestes
seis meses. Senti-te, toquei-te e
cheirei-te. Fui sempre tua, mesmo quando procurei os teus abraços nos braços de
outro. Fui sempre tua, mesmo quando ofereci o meu corpo a outro que não tu. O
meu corpo sim, o meu coração nunca. Porque quando se dá um corpo a outro é
mesmo isso que acontece: dois corpos, oferecidos um ao outro, consumidos pelo
instinto. Mas quando se dá um coração a outro, acontece outra coisa: mais do
que dois, tornam-se um. E isso é mágico. Afortunados os que experimentaram essa
mística sensação que nos faz morrer e nascer no mesmo milésimo de segundo.
Agora? Estou exausta. Dói me a
alma. A alma velha, ao contrário do coração que te dei. Não posso fazer da
minha vida uma espera. Não quero. Gostava de ter a coragem de viver para ti.
Mas eu, mulher inteira e imperfeita, sou fraca. E a minha vida não és tu.
A minha vida sou eu.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Turu-turu-turu ou de como eu sou uma pessoa lamechas disfarçada de pessoa de ferro
"Sinto falta dessa paz que encontrei no seu sorriso!
Qualquer coisa entre nós vem crescendo pouco a pouco
E já não nos deixa sós, isso vai-nos deixar loucos!
Se é amor? Sei lá!
Só sei que sem você parei de respirar...
E é você chegar para esse turu-turu-turu-turu vir me atormentar!"
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Amor à primeira vista
Tenho a certeza absoluta de que ontem conheci o homem da minha vida. E não, não estou a brincar. Nunca na minha vida senti o que senti ontem, quando o vi. Parece que soube, naquele momento, que ele era o tal. Eu sei que isto parece ridículo, mas que posso eu fazer? Infelizmente, passei muito pouco tempo com ele, mas, ainda assim, deu para perceber que, para alem de lindo de morrer, é super simpático. Sei pouco dele. Sei o primeiro nome, sei que é brasileiro e que chegou recentemente a Granada. Quando confrontado com o facto de eu me ir embora muito em breve, ele disse Não se preocupe que a gente ainda se vai ver muitas vezes aqui em Granada, porque eu gostei de você. Não sei nada sobre ele, mas sei que ele não me saiu da cabeça durante o dia todo de hoje. E sei que sinto uma coisa estranha, não sei, uma angustia. Se calhar é medo de não o voltar a ver. Mas não posso deixar que isso aconteça. Agora sim, sei que o amor à primeira vista existe mesmo.
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domingo, 15 de janeiro de 2012
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
É já amanhã
E eu estou que nem posso com os nervos. Já chorei tanto, tanto, tanto! Nas despedidas então é impossível controlar-me. Custa muito saber que é a última vez nos próximos meses que vou ver estas pessoas, que vou sentir o abraço delas, que as vou olhar nos olhos. Parece um bocado ridículo, eu sei. Afinal são só cinco meses e, afinal, Granada não é assim tão longe.
Ontem despedi-me da minha avó materna que, coitadinha, escondeu a cara para que eu não a visse chorar. O meu pai veio hoje jantar comigo para nos despedirmos. Disse que gosta muito de mim, que vai sentir muito a minha falta e abraçou-me com muita força. E assim se passaram os meus últimos dias por terras lusas - entre despedidas, malas, compras de última hora, fotocópias de documentos importantes...
O tempo voa, realmente! Ainda ontem me estava a meter nesta grande aventura, a escolher o destino para onde queria ir, a assinar a minha inscrição e amanhã já estou de partida. Espero que corra tudo bem. Quero muito que assim seja! Rezem por mim, sim?
domingo, 11 de setembro de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
Hoje
Não consigo ver amigas minhas na merda por causa de homens. Odeio vê-las sofrer, seja por que motivo for. Mas quando é por causa de homens, fico possuída. Há situações que são perfeitamente evitáveis, mas eles não têm noção disso. Não sabem nem nunca hão-de saber lidar connosco. Enfim, hoje odeio-os a todos.
Quanto a elas, às minhas amigas, vou ter sempre o meu abraço, mesmo que seja no silêncio, mesmo que eu não saiba o que dizer. Mas o meu abraço e a minha mão mas as ajudar a levantar, vão ter sempre.
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sexta-feira, 1 de julho de 2011
Kiss me
terça-feira, 17 de maio de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Fairy tales do come true ♥











Volto a dizer que a Kate estava perfeitamente deslumbrante no seu vestido Alexander Mcqueen by Sarah Burton. O casamento foi lindo, lindo lindo. Um verdadeiro conto de fadas!
What a princess!
Estou a acompanhar em directo o casamento real e estou completamente encantada! A Kate está um espanto e o William, como não poderia deixar de ser, super elegante.
Aiii, quero uma história destas para mim!
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