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quarta-feira, 20 de março de 2013

P.S.

"Por ti eu iria até a lua e voltava. Escalaria o Monte Everest e gritaria o teu nome. Iria até o Alaska a pé e traria uma flor de lá para ti. Nadaria o oceano todo só para te ver. Não há nada que eu não faria. Não te esqueças, domingo estarei aí para te ver. 

P.S.: Vou, se não chover!"


sábado, 16 de março de 2013

cenas

Aquele momento em que já não sabes se queres que o tempo passe ou pare.

terça-feira, 12 de março de 2013

Sete meses depois

Sete meses volvidos. Duzentos e um dias passados. E por mim passou também um imenso turbilhão de sentimentos.
Raiva.
Desespero.
Preocupação.
Esperança.
Amor incondicional.
Mágoa.
Saudade.
Arrependimento.
Agora? Começo a achar que a dor de um "até já" é pior que a dor de um "até nunca". E os dias vão passando e as notícias não chegam. Seremos estranhos, outra vez?

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Mãe

Estava eu ao telefone com a minha querida mãe, quando lhe contava que uma das minhas grandes amigas de Erasmus - a Alessandra, italiana - também tentou, tal como eu, prolongar a sua estadia em Granada mas que, tal como eu, o pedido lhe foi negado. A diferença é que, independentemente disso, ela vai cá ficar na mesma. Diz que não quer ir embora e que, por isso mesmo, vai ficar. Entretanto faz um curso de inglês, outro de português e pronto, continua em Granada com as maravilhosas pessoas que fazem parte da nossa família Erasmus. Nisto, diz-me a minha mãe: "Ó filha, se tu também quiseres ficar, podes ficar. Arranjas um empregozinho numa discoteca ou assim, vais fazendo uns cursos e pronto. Se quiseres ficar, podes ficar. Tu é que sabes!".
Ai se eu pudesse. O pior é que há muita coisa em jogo, muita coisa em que pensar. Se dependesse só da minha vontade claro que nem pensava duas vezes e ficava.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

P.S.:

Claro que esta história toda do homem da minha vida não passa de uma brincadeira. É verdade que eu senti um arrepio na espinha e que as pernas me tremeram quando o vi, mas eu não conheço o rapaz de lado nenhum. Já para não falar de que ele é do Brasil, portanto a nosso história de amor tinha tudo para dar certo (#ironia#).
Ele não é o homem da minha vida. É o homem dos meus sonhos. A minha realidade, essa, é bem diferente. E está em Portugal. Se está à minha espera ou não, essa já é outra questão. E só com o tempo é que eu vou descobrir a resposta.

Entretanto...

.... ele amuou comigo. Não me fala e, quando fala, fala mal, com sete pedras na mão. Há quem diga que são ciúmes, mas eu não acredito nisso. Agora que é estranho, é. A partir do momento em que eu conto que talvez tenha encontrado o amor da minha vida, ele começa a tratar-me com tamanha frieza, é de uma pessoa desconfiar. Mas a verdade é que a sanidade mental dele já teve melhores dias. Deve ter tido, suponho. Porque desde que eu conheço que ele é assim: completamente maluco daquela cabeça. Vai-se a ver e é por isso que eu gosto tanto dele.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Último mês

Começa agora o meu último mês em Granada. Tenho mixed feelings em relação a isso.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

É mesmo isto



This is me with another nervous breakdown
My pressure dropped, this body went with it
Memory fails, I'm feeling claustrophobic
I scream my silent pain in this big plain
There's no one here
Tell me who is there now
Who is there with you

(...)

Kiss me, is this a dream?
Should I believe it?
Please promise to me that I'm not going to get hurt this time.

Am I too good for you, am I just paranoid?
Should I clinical ou should I speak louder?
Maybe I should close my eyes for years
And wait for the strongest feeling
Out of all of the feelings
To raise from you.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Só uma perguntinha

Existe vida após ERASMUS?
Tenho as minhas dúvidas.

domingo, 27 de novembro de 2011

Mais coisas

Estás confuso. Sim, não tenho dúvidas em relação a isso. Andas com uma e com outra - sempre bêbado. Não sabes o que queres, não sabes quem queres. Tens alguém no teu país à tua espera, mas não estás seguro de que é isso que pretendes para ti. Comigo, tudo na mesma. Alguns elogios, um "anda, vem dançar comigo!", mais umas festinhas no cabelo, um piscar de olhos e um ou outro sorriso com mais do que um significado. Não sei o que esperar de ti. Não sei, tampouco, se devo esperar por ti.

domingo, 20 de novembro de 2011

Coisas que não consigo entender

Ontem fui a Córdoba com um grupo enorme de pessoal de Erasmus (devíamos ser mais de 50). Entretanto hoje resolvi adicionar algum desse pessoal no facebook e identifiquei-os a todos numa foto de grupo. A pessoa mais gira desse grupo - um italiano com uma pinta descomunal - foi logo lá comentar a dita foto. Depois disso, veio falar comigo no chat. Desenrola-se o seguinte diálogo (se é que se pode chamar diálogo a esta "coisa"):

Ele: Hola chica!
Eu: Hola! :)
Ele: :D

E depois disto, silêncio. O que é que posso concluir daqui? Nada, a não ser que os homens são uma espécie extremamente estranha. Então o italiano giraço mete conversa comigo e depois da primeira frase cala-se?! Qual foi o propósito disto afinal? Eu ainda mandei um smilezinho para ver se ele reagia, mas nada. Enfiiiiiiiiiim, homens!

Quase, quase!

E assim, como se nada fosse, já se passaram dois meses. Só falta um mês para ir para casa. Passo o Natal e, talvez, a Passagem de Ano em Portugal. Se me apetece voltar? Por um lado sim. Natal é com a família e eu tenho saudades da minha. Mas por outro... Não sei. Sinto que tudo isto está a passar a voar e não gosto da sensação. Não tarda estou a voltar para o Porto, para a minha vidinha rotineira de sempre.
O que eu queria mesmo era ficar cá o ano todo. Acho que não vai ser possível, mas de qualquer das formas, já mandei um e-mail para a minha Faculdade a perguntar.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

I'm (not) sexy and I know it!

Nunca fui uma miúda sexy. Nem nunca soube aprender a sê-lo. Há aquelas mulheres que têm sensualidade a correr-lhes nas veias, que transpiram sensualidade, que são sensuais ao acordar e ao adormecer. Depois há aquelas que não o sendo naturalmente, aprendem, e desempenham esse papel de forma verdadeiramente profissional, quais actrizes de Hollywood. E depois há as outras - nas quais eu me encaixo - que simplesmente não são nem sabem ser sensuais.
Sempre fui meia trapalhona, meia desengonçada. E não sei se por timidez, insegurança ou mesmo por falta de jeito, nunca "deixei" que esta minha faceta - a de mulher sensual (há quem diga que todas as mulheres a têm) - se desenvolvesse.
Lembro-me perfeitamente de há para aí dos Verões atrás estar numa festa a falar com um rapaz. Um rapaz que eu conheço há anos, giríssimo e que, apesar de nunca se ter passado nada entre nós, todos os anos rola um clima super especial. Então estava eu na conversa com ele, já os dois meios com os copos, imagino, falando acerca de qualquer coisa que eu agora não me recordo. E estava uma amiga minha (cinco anos mais velha do que eu) a observar-me. Quando a conversa acabou e cada um foi para seu lado, ela vem ter comigo e diz-me: "Leonor, tu não sabes falar um rapaz.". E com "rapaz" ela não queria dizer qualquer elemento do sexo masculino, mas sim com um ou outro mais específico com quem rolava o tal clima. E eu, espantadíssima, perguntei-lhe porque é que ela dizia tal coisa e ela disse: "Tu estavas a falar com ele como estás neste momento a falar comigo.". Na altura fingi que percebi, engoli aquilo e não toquei mais no assunto (acho que fiquei com o orgulho um bocadinho ferido). Só depois é que percebi que o que me faltava era a tal sensualidade. Nos gestos, nas palavras, em toda a linguagem corporal.
Nunca senti muito a falta dessa tal sensualidade que, ao que consta, não tenho. Ao que parece, todos os que se interessaram por mim foi por outros motivos que não a minha "arte de seduzir". E sim, também é bem verdade que - por sorte ou por azar - a seduzida fui sempre eu, a corte foi-me sempre feita a mim. Só agora, pela primeira vez na vida, sinto que a sensualidade me poderia dar jeito. Agora que, estranha e inconscientemente, interiorizei um objectivo que é precisamente o de seduzir alguém. O problema é que não faço a menor ideia de como o fazer e acho que já é um bocadinho tarde demais para aprender. Não sei ser sexy.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Coisas

Sei que tenho andado a falhar. Às vezes penso que devia documentar todas as aventuras e peripécias que têm feito desta experiência uma das melhores da minha vida. Mas depois penso que coisas assim não precisam de ser documentadas, porque simplesmente não se esquecem.
Claro que nem tudo é bom. Claro que há momentos difíceis. Momentos em que as saudades apertam. Momentos em que as pessoas se revelam. Mas todos os outros momentos - os bons - fazem-me ter a certeza de que tudo isto vale a pena.
Ainda nem um mês passou, é verdade! Só que, ainda assim, aconteceu uma coisa que eu não estava nada à espera. Conheci uma pessoa e ainda não consegui perceber se gosto ou não da maneira como essa pessoa me faz sentir. Sei que ele me intimida mas que ao mesmo tempo me atrai de uma forma quase incontrolável. É-me difícil agir com naturalidade à frente dele e, na maior parte das vezes, quando ele já não está, revejo os momentos que passei com ele e sinto-me sempre estúpida. De uma maneira ou de outra acho sempre que podia ter agido de forma diferente. Acima de tudo, tento não dar nas vistas porque tenho a plena noção de que isto (esta sensação) não é recíproco.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

A ida

Apercebi-me recentemente que estou prestes a ir para Erasmus. Sim, é só em Setembro. Mas como toda a gente sabe, o Verão passa a correr. E agora que se começa a aproximar, começo a sentir-me ansiosa e nervosa. E começam a surgir montes de dúvidas e de perguntas nesta minha cabecinha loira. Será que vou gostar? Será que me vou adaptar? Será que vou aguentar?
Eu sei que toda a gente que faz Erasmus adora e diz que é um experiência de vida incrível, que se vivem momentos inesquecíveis, que se conhecem pessoas fantásticas de todo o mundo e de várias culturas, e tudo e tudo e tudo... Deixando o lado emocional de parte, tenho quase a certeza absoluta que, em Fevereiro, quando de lá voltar, vou ter esta mesma opinião. Mas a emocionalidade pesa muito. E eu nunca vivi longe de casa. Como entrei na Faculdade no Porto, continuei a viver com a minha mãe. Sempre tive os papás por perto. E vai ser difícil afastar-me dos meus amigos do coração. Sempre que penso nisto sinto um aperto no coração e fico com os olhos molhados.
Mas pronto, quero acreditar que tudo o resto vai compensar a parte mais dolorosa, que são as saudades. Vai valer a pena. Eu sei que vai!

(Alguém que vá fazer, que tenha feito ou que esteja a fazer Erasmus que queira partilhar a sua experiência? Gostava muito de saber como lidam, lidaram o esperam lidar com este tipo de dúvidas! Agradecida :b)

domingo, 3 de julho de 2011

Apatia

Tenho andado um bocado apática. Não tenho vontade para nada. Nem mesmo para escrever. Nem sei o que escrever.
Estou extremamente saturada. Esta vida está a matar-me aos poucos. Parece irónico, eu sei. Quero soluções mas não as encontro. Onde é que elas estão? Estou desorientada.
A vida é muito mais do que isto, foda-se. O que é que se passa?
Pontos de interrogação. Muitos.

domingo, 15 de maio de 2011

Só uma dúvida


Porque é que eu tenho uma imensa pontaria para homens complicados? PORQUÊ?! Adorava que alguém me arranjasse uma explicação cientifica. E não me venho com aquela de que ah e tal os homens são todos complicados. Ok, são. Mas há uns (muito) mais que outros. E eu interesso-me sempre por esses. E também são sempre esses que se interessam por mim. É incrível.
Por este andar vou mesmo ficar para tia. A sério.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Um dos "meus" provérbios

"Gato escaldado de água fria tem medo"

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Confirma-se

Vou mesmo fazer ERASMUS. Já estou a tratar da pré-candidatura e estou completamente histérica. Fui hoje a uma sessão de esclarecimento sobre os programas de mobilidade que a minha faculdade tem e, o que eu queria mesmo, era ir para o Brasil. O único problema é que a probabilidade de me darem bolsa é muito baixa. Depende do Santander que, de vez em quando, lá se lembra de dar umas bolsas. Mas normalmente são poucas. No ano passado foram 5 estudantes para o Brasil e duas delas não tiveram bolsa. Posto isto, vou mesmo para mais pertinho. Só que ainda não sei para onde... Alguém tem sugestões?

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Erasmus

Não sei se é verdade ou não, mas ouvi dizer que só posso fazer Erasmus quando tiver todas as cadeiras do primeiro ano feitas. Não gosto nada disto. É que se for assim, já não vou poder fazer no terceiro ano e vou ter que esperar pelo quarto. Queria TANTO fazer Erasmus para o ano! Vou ficar muito zangada se não puder fazer por causa de uma cadeira, por sinal completamente estúpida e inútil.
Se alguém me puder esclarecer, agradeço.