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quarta-feira, 20 de março de 2013

P.S.

"Por ti eu iria até a lua e voltava. Escalaria o Monte Everest e gritaria o teu nome. Iria até o Alaska a pé e traria uma flor de lá para ti. Nadaria o oceano todo só para te ver. Não há nada que eu não faria. Não te esqueças, domingo estarei aí para te ver. 

P.S.: Vou, se não chover!"


terça-feira, 19 de março de 2013

Carta que nunca te escrevi #2

Sonho-te muitas vezes. Sonho-te quase todas as noites. No inicio eram sonhos dos bons, daqueles em que quando acordas sentes pena por ter sido apenas um sonho. Depois começaram a piorar. Agora sonho-te sempre diferente daquela imagem que criei de ti e que tento manter, contra tudo e contra todos. Nos meus sonhos apareces-me morto ou a morrer. Ou então portas-te mal, fazes coisas impensáveis e magoas-me muito. Numa destas noites sonhei que eu estava a morrer e que tu ias surfar em vez de me ires visitar ao hospital em que eu estava, moribunda. Acordo agoniada, assustada. Com medo.
Acordada tento sempre sonhar-te de outra forma. A fazeres-me boas surpresas e a mostrares-me que tudo valeu a pena. 
No fundo acho (sei) que tenho muito medo que não voltes aquela pessoa que eu idealizo. Tento não ter expectativas, não esperar o bom nem o mau. Mas é inevitável! 

sábado, 16 de março de 2013

cenas

Aquele momento em que já não sabes se queres que o tempo passe ou pare.

terça-feira, 12 de março de 2013

Sete meses depois

Sete meses volvidos. Duzentos e um dias passados. E por mim passou também um imenso turbilhão de sentimentos.
Raiva.
Desespero.
Preocupação.
Esperança.
Amor incondicional.
Mágoa.
Saudade.
Arrependimento.
Agora? Começo a achar que a dor de um "até já" é pior que a dor de um "até nunca". E os dias vão passando e as notícias não chegam. Seremos estranhos, outra vez?

terça-feira, 5 de março de 2013

teorias

Em Psicologia Social fala-se muito da Teoria Atribucional de Heider. De uma forma muito geral, esta teoria foca-se no modo como atribuímos características às pessoas e na tendência que temos para as atribuirmos de forma diferente consoante gostamos ou não da pessoa em causa. Ou seja, quando alguém de quem nós gostamos tem um comportamento errado, temos tendência a responsabilizar o contexto, algo extrínseco à própria pessoa. Mas caso alguém por quem não nutrimos uma especial simpatia se porta mal a tendência é oposta, isto é, achamos sempre que a pessoa se portou assim devido a uma qualquer característica sua menos positiva e, certamente, interna a ela. Um exemplo muito simples: se alguém de quem nós gostamos tira uma nota medíocre num exame, foi o azar; se tira a melhor nota da turma foi devido à sua inteligência largos pontos acima da média. À primeira vista esta teoria parece um pouco simplista e até redundante. Mas se olharmos com alguma atenção para quilo que se passa à nossa volta, ficaremos impressionados com a facilidade com que podemos comprová-la.
Ontem, depois de ter vindo de tomar café com elas, dei por mim a pensar sobre relações e até que ponto esta teoria se aplicaria a elas. E cheguei a uma conclusão curiosa. 
é do conhecimento comum que quando estamos apaixonados as nossas capacidades de discernimento ficam significativamente comprometidas. E é aqui que a Teoria Atribucional se encaixa. Quero com isto dizer o seguinte: no que toca a relações, quando a pessoa que amamos se porta mal connosco ao fim de um grande (ou pequeno - que, normalmente, quando se trata de amor, o tempo tem pouca ou nenhuma importância) período de felicidade, a tendência é pensarmos que essa pessoa é, afinal, um animal. "Como é que eu pude ser tão burra ao ponto de acreditar que ele era uma boa pessoa?" e assim se inicia um longo tempo de auto-comiseração, qual drama de novela mexicana de terceira categoria. Achamos que a pessoa se portou mal porque é má e pronto. E essa certeza não nos sai da cabeça, no matter what. 
Em contrapartida, quando o contrário acontece, o mesmo não se verifica. Se a pessoa por quem estamos apaixonados sempre nos tratou mal e porcamente e nunca nos deu o mínimo valor, mas depois nos compensa e nos começa a tratar que nem rainhas, "ah e tal , ele estava a passar por uma fase difícil, foi só uma reacção às circunstâncias da vida" e apagamos da nossa memória tudo o que foi mau como se nunca sequer tivesse acontecido. 
Se não vejamos e tomemos com exemplo duas das minhas "histórias". O P. sempre foi um anormal comigo. Fazia-me sentir pequena, insegura, inferior a tudo e a todos. Mas bastava fazer a mínima demonstração de afecto para eu o desculpabilizar com a tão aclamada "vida". E foi assim, durante mais de dois anos até eu, finalmente me desapaixonar. 
E tão como a água é diferente do vinho, o J. é diferente do P.. O J. sempre foi impecável comigo. Quanto estivemos juntos tratou-me com todo o respeito e carinho quanto se deve tratar alguém de quem gostamos. E mesmo depois de se ter ido embora e com um oceano entre nós continuou a tratar-me assim. Ao fim de meses mudou. E o que é que eu achei imediatamente? Que ele era um animal, que tudo o que tínhamos vivido antes tinha sido uma mentira e blá blá blá, coitadinha de mim, auto-comiseração. Desta vez não foi preciso desapaixonar-me. Continuo apaixonada. Mas agora consigo ver que aquilo que vivemos foi verdadeiro e que ele não passou a tratar-me menos bem por ser má pessoa. Ele é uma pessoa incrível, mas está no outro lado do mundo e a distância é uma batalha inglória que jamais poderei - ou poderemos - vencer. 
Então, no que toca a relações, será que a teoria se distancia assim tanto da realidade? Será que conseguimos ser imparciais e colocar de parte os nossos sentimentos quando nos vemos obrigados a atribuir características aos outros? No meio das interrogações fica uma certeza: ele persiste em ser uma boa pessoa neste mundo que a cada segundo nos alicia a sermos feios, porcos e maus. Ele é uma excelente pessoa e pessoas assim merecem a nossa espera. 

sábado, 2 de março de 2013

Reinventar provérbios

"Depois da tempestade...

... Vem o furacão!"

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Aquele momento em que...

... sentes que a tua vida está tão confusa, tão confusa, que tu própria não te consegues encontrar no meio de tamanha confusão. Sentes a cabeça a mil, dez mim, cem mim à hora.. prestes a explodir a qualquer momento. E sentes-te tão perdida que não fazes a menor ideia daquilo que deves fazer. Não sabes sequer aquilo que queres fazer. Pedes com toda a força que tens que estes próximos seis meses passem a voar. Tens medo de não aguentar mais. Sabes que precisas de respostas imediatamente. Mas sabes que só as vais ter quando ele voltar.
Pela primeira vez tens noção de que a distância emocional é muito mais poderosa do que a física. E tens medo. Tens muito medo


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Seis meses depois: crónicas de (mais) uma noite nostálgica


Seis meses. Foste embora há seis meses. Faltam seis meses para voltares. Eu? Cansei. Cansei de esperar. Cansei de fazer da minha vida uma espera. Cansei de contar os dias. Cansei de contar os meses. Não posso reduzir a minha vida a uma espera. Não quero.
Seis meses. Cento e setenta e três dias. Em todos, sem excepção, pensei em ti. Contigo fiz uma coisa que jamais fiz com outrem  A ti entreguei-me, nua – vulnerável – numa folha de papel que atravessou um oceano. Nessa folha não foi apenas uma parte de mim, fui eu, mulher inteira e imperfeita. Ofereci-te o meu coração. Um coração renovado, renascido, o coração puro daquela criança que há quinze anos te dava beijinhos na boca às escondidas, atrás daquela buganvilia em flor. Minto se disser que não esperava nada em troca. (Ofereci-me a ti! Queria-te, em troca!). Deste-me o esperado, escolheste o lugar comum. Questionaste o que eu sentia e, com isso, questionaste o meu corpo, questionaste o meu coração. Esperava chorar, mas sorri. Porque sabia (sei) que me queres, que me sentes e que me gostas. Mesmo com um oceano entre nós.
Senti-te todos os dias, nestes seis meses.  Senti-te, toquei-te e cheirei-te. Fui sempre tua, mesmo quando procurei os teus abraços nos braços de outro. Fui sempre tua, mesmo quando ofereci o meu corpo a outro que não tu. O meu corpo sim, o meu coração nunca. Porque quando se dá um corpo a outro é mesmo isso que acontece: dois corpos, oferecidos um ao outro, consumidos pelo instinto. Mas quando se dá um coração a outro, acontece outra coisa: mais do que dois, tornam-se um. E isso é mágico. Afortunados os que experimentaram essa mística sensação que nos faz morrer e nascer no mesmo milésimo de segundo.
Agora? Estou exausta. Dói me a alma. A alma velha, ao contrário do coração que te dei. Não posso fazer da minha vida uma espera. Não quero. Gostava de ter a coragem de viver para ti. Mas eu, mulher inteira e imperfeita, sou fraca. E a minha vida não és tu.
A minha vida sou eu.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Carnaval

Não gosto do Carnaval. Já gostei mas, ao longo dos anos, tenho vindo a gostar cada vez menos. Esta ideia de as pessoas se mascararem e, por um dia, deixarem de ser quem são e assumirem o papel de uma qualquer personagem, faz-me uma certa espécie. Será que isto é mesmo possível? Será que por um momento podemos deixar de ser quem somos e viver uma vida diferente daquela que é a nossa? Se calhar não gosto do Carnaval por causa disso mesmo - por não ser capaz de largar aquilo que sou e a vida que tenho. por não me conseguir libertar e ser feliz, sem planos ou expectativas. 

segunda-feira, 5 de março de 2012

Talvez um dia passe...

"Permites alguém entrar tão fundo em ti, mas tão fundo, que só assim é possível que te consiga atingir. E esse alguém faz-te mal. Magoa-te.
Dói que se farta: alma esfolada, coração em sangue. Engoles as lágrimas que o teu orgulho não deixa chorares e segues em frente.
Apagas sms do telemóvel, fotografias do pc, textos do blog. Começas por bloqueá-lo no msn depois, à força do peito esmagado de cada vez que o vês on line, apaga-lo de vez. Deitas para o lixo todos os objectos que te ligam a ele, deixas de usar as mesmas expressões, quebras rotinas, evitas lugares comuns. Descaracterizas-te dele. Rezas para nunca mais te cruzares com ele e sabes que a isso se chama negação ou evitação mas não queres saber de Psicologia para nada.
Primeiro não lhe consegues desejar mal: ainda gostas demasiado dele. Depois ganhas-lhe raiva. E desejas-lhe que nunca mais arranje outra gaja e mesmo que arranje formulas-lhe votos de lepra na pila e chatos gigante nos tin-tins. E se não arranjar mesmo, torces para que lhe caiam todos os dedos, um por um, para nem sequer se conseguir masturbar.
Depois já não pensas nele todos os dias quando acordas nem quando te deitas. E cada vez vais pensando menos nele. E não lhe desejas nem bem nem mal: não lhe desejas nada.
Um dia, dás por ti de férias, pele dourada ao sol, e percebes que já nem te lembravas dele há mais de um mês. E esses pensamentos são cada vez mais intervalados. E chega finalmente o dia derradeiro, passados 476 dias do fim, em que ouves, pela primeira vez sem mudares automaticamente de frequência, a música que era vossa, do princípio ao fim. E gostas. Porque é apenas uma boa música. Passou o dói-dói."

Pólo Norte (http://quadripolaridades2.blogspot.com/)

Ferida

Lembraste de quando eras pequenino e, entre brincadeiras desengonçadas, caías e esfolavas o joelho? Nessa altura doía e tu choravas e gritavas. E tinhas que desinfectar a ferida, fazer um curativo. Uma vez foi mais grave e tiveste que levar pontos. Ao inicio doía todos os dias, ardia. Mas, a pouco e pouco, a dor tornava-se menos forte, menos incomodativa. Até que só te doía quando mexias na ferida. Ela ia sarando, a pouco e pouco. E tiraste os pontos. Um dia deixou de doer e só restou a cicatriz. E aquela cicatriz, no teu joelho, só servia para te relembrar que, um dia, algures na tua infância perdida, caíste e te magoaste e choraste. Mas era só isso – uma cicatriz. Só quando olhavas para ela é que te lembravas daquela queda. Agora já não doía.
Era nessa fase que eu estava, antes de tu reapareceres, em Novembro. De vez em quando, lá olhava para a cicatriz que deixaste no meu coração. E questionava-me pelos porquês de tudo aquilo. Mas era só isso. Já não doía. Ou se calhar doía mas eu habituei-me a viver com essa dor, até que ela se tornou familiar. Adaptei-me. E reconstruí a minha vida. Levantei-me, desinfectei a ferida e limpei as lágrimas. O que passou, passou. Ou julgava eu.
Mas tu voltaste. Tinhas que voltar. Voltaste e viraste a minha vida de pernas para o ar, outra vez. Fizeste-me crer que desta vez seria diferente. Eu, inocente, acreditei. Convenci-me de que não estava a criar esperanças e que se as coisas corressem mal eu estaria preparada para lidar com isso. Enganei-me, eu sei. E nisso faço mea culpa.
Reabriste a ferida. Sim, essa mesma ferida que tanto custou a sarar. Que tanto me fez sofrer. Mostraste que respeito e consideração por mim tens zero. É assim hoje e foi assim sempre. Toda a gente via, menos eu. Não quis ver, preferi negar as evidências. Agora, vivo tudo de novo. Com a diferença de que tenho a consciência de que acabou. E dói mais, ainda. Revelaste a pessoa que és e que sempre foste. Não vales metade daquilo que eu passei por ti. Não vales metade daquilo que eu estou a passar por ti.
Acabou.

domingo, 4 de março de 2012

...

Clico em "nova mensagem" e penso que é agora que vou conseguir escrever tudo aquilo que me vai na alma. A página abre, digo que não com a cabeça e torno a fecha-la. Longe vão os tempos que o blogue me servia como porto de abrigo. E que falta que isso me faz. Espero que seja só uma fase.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Olá!

Estou viva. O que acontece é que me tem faltado vontade para escrever. Parece que este blogue já não faz sentido. Porquê? Não sei. Mas a verdade é que também me falta "coragem" para o fechar. De maneiras que fica assim, em águas de bacalhau, como diz o zé povinho.
Regressei a Portugal, ao Porto. Das despedidas de Granada ainda me custa falar. Foi tudo muito emotivo, chorei muito. Fiz grandes amigos lá e vim embora cheia de boas recordações. Digo, com toda a certeza, que foi a melhor experiência de toda a minha vida. Não sei o que me reserva o futuro, mas tenho a certeza que a minha vida já não foi em vão, graças ao meu Erasmus perfeito.
Entretanto, a habituação à rotina do costume. Terminado o sonho, só me resta regressar à vida real. E custa. Faltam as pessoas que se tornaram minhas nos últimos meses, faltam os lugares, falta a boa disposição tão típica deste povo a quem chamamos de irmão. Mas que sisudos são os portugueses comparados com os espanhóis, minha gente! E que antipáticos!
Resumindo e concluindo: a depressão pós-Erasmus existe mesmo. Não é um mito, não senhor. E todos aqueles que já tiveram esta experiência sabem, certamente, ao que me refiro. Morro de saudades de Granada!!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Mãe

Estava eu ao telefone com a minha querida mãe, quando lhe contava que uma das minhas grandes amigas de Erasmus - a Alessandra, italiana - também tentou, tal como eu, prolongar a sua estadia em Granada mas que, tal como eu, o pedido lhe foi negado. A diferença é que, independentemente disso, ela vai cá ficar na mesma. Diz que não quer ir embora e que, por isso mesmo, vai ficar. Entretanto faz um curso de inglês, outro de português e pronto, continua em Granada com as maravilhosas pessoas que fazem parte da nossa família Erasmus. Nisto, diz-me a minha mãe: "Ó filha, se tu também quiseres ficar, podes ficar. Arranjas um empregozinho numa discoteca ou assim, vais fazendo uns cursos e pronto. Se quiseres ficar, podes ficar. Tu é que sabes!".
Ai se eu pudesse. O pior é que há muita coisa em jogo, muita coisa em que pensar. Se dependesse só da minha vontade claro que nem pensava duas vezes e ficava.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Então e novidades?

Ora bem, pois que o tal "homem da minha vida" se revelou uma desilusão. É a minha sina, eu sei! Bem, acabamos por ficar numa noite e foi bom. Só que ele chegou agora a Granada, só quer festa e roda no ar. E é lindo de morrer - talvez dos rapazes mais bonitos que vi aqui - e tem a típica simpatia brasileira. Portanto, cada dia consegue ter uma mulher nova. E é isso que ele quer. Claro que eu não estava à procura de exclusividade. Até porque seria um bocado ridículo, uma vez que ele chegou agora e eu vou agora embora. Mas estava à espera de outra coisa, sei lá. Nem sei explicar. A verdade é que este protagonismo todo lhe subiu à cabeça e todo aquele charme inicial transformou-se numa arrogância desmedida. Entretanto, depois de uns copos a mais, tive uma conversa com ele. O problema é que eu não me lembro do que lhe disse, mas consta que não disse coisas muito bonitas. Infelizmente ainda não tive oportunidade de falar com ele outra vez para lhe pedir desculpas, mas quero faze-lo. Porque vivo em Granada há cinco meses e durante este tempo nunca tive nenhum problema com ninguém e não é agora, prestes a ir-me embora que quero ter. E, muito menos, quero ir sem que a coisa fique devidamente esclarecida.

Sim, estou viva!

Mas tenho andado realmente ausente, eu sei. A verdade é que as duas últimas semanas foram uma correria desenfreada. Tive exames, entregas de trabalhos, nervos e stress acumulado. Mas enfim, apesar de não ter corrido muito bem (os exames correram muito mal, até), agora já estou de férias. Desde ontem! O lado negativo da coisa é que daqui a uma semana me vou embora. E não quero ir. Nada nada!

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

P.S.:

Claro que esta história toda do homem da minha vida não passa de uma brincadeira. É verdade que eu senti um arrepio na espinha e que as pernas me tremeram quando o vi, mas eu não conheço o rapaz de lado nenhum. Já para não falar de que ele é do Brasil, portanto a nosso história de amor tinha tudo para dar certo (#ironia#).
Ele não é o homem da minha vida. É o homem dos meus sonhos. A minha realidade, essa, é bem diferente. E está em Portugal. Se está à minha espera ou não, essa já é outra questão. E só com o tempo é que eu vou descobrir a resposta.

Entretanto...

.... ele amuou comigo. Não me fala e, quando fala, fala mal, com sete pedras na mão. Há quem diga que são ciúmes, mas eu não acredito nisso. Agora que é estranho, é. A partir do momento em que eu conto que talvez tenha encontrado o amor da minha vida, ele começa a tratar-me com tamanha frieza, é de uma pessoa desconfiar. Mas a verdade é que a sanidade mental dele já teve melhores dias. Deve ter tido, suponho. Porque desde que eu conheço que ele é assim: completamente maluco daquela cabeça. Vai-se a ver e é por isso que eu gosto tanto dele.

Novidades

Pois que o homem da minha vida me encontrou, via facebook. E foi muito simpático, como já era de esperar. Agora resta-me aguardar pelo próximo encontro. Aiiii, que homem, meu Deus, que homem!

domingo, 22 de janeiro de 2012