Tenho as minhas dúvidas.
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sábado, 3 de dezembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
Finalmente.

Ontem apareceste. Finalmente. Brinquei contigo. Provoquei-te. Estás cá?! Que surpresa! E eu a pensar que tinhas ido fazer Erasmus para outro sítio qualquer... Sorriste, apesar de não teres achado muita piada. O que interessa é que tens estado em boas mãos, pelo que me disseram. Aí respondeste - disseste que não era verdade, que ninguém me tinha dito uma coisas dessas. Achas-me com cara de quem está a mentir? Voltaste a sorrir, mas desta vez com um olhar terno. Sabias melhor do que ninguém que o que eu dizia era verdade.
Quase não te voltei a ver o resto da noite. Até ao momento em que me ia embora.
Até logo, emigrante!, disse-te. Uma festinha no cabelo e um sorriso.
Virei costas e fui para casa.
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sexta-feira, 25 de março de 2011
Digam o que disserem...
... as festas da Católica são as que têm melhor ambiente. Ontem conheci um rapaz muiiiiito fofinho, que me perguntou "como é que se chama?" e depois de eu lhe responder, pegou na minha mão, beijou-a e disse "eu sou o João". Eu e o João falamos durante alguns minutos, depois dispersamo-nos. E, no final da noite, voltamos a encontrar-nos. Não trocamos mail, número de telemóvel nem nada do género. Sabemos o nome um do outro e pouco mais. Gosto destas situações que acontecem naturalmente, em que não há exageros nem palavras que soam a falsidade.
Gostei muito da noite de ontem. O ambiente estava incrível, dancei como já não dançava há muito tempo, ri com vontade. Gostei de tudo.
E gostei de ti, João.
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terça-feira, 8 de março de 2011
Do Dia Internacional da Mulher
Deixemo-nos de lirismos. A realidade, nua e crua, está neste vídeo. Como feminista assumida que sou, não posso ficar indiferente. E abstenho-me de outros comentários.
Vejam, está mesmo muito bom!
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
True stories
Boy: How are you?
Girl: I'm fine. How are you?
Boy: I'm sorry.
Girl: Don't be...
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Erasmus
Não sei se é verdade ou não, mas ouvi dizer que só posso fazer Erasmus quando tiver todas as cadeiras do primeiro ano feitas. Não gosto nada disto. É que se for assim, já não vou poder fazer no terceiro ano e vou ter que esperar pelo quarto. Queria TANTO fazer Erasmus para o ano! Vou ficar muito zangada se não puder fazer por causa de uma cadeira, por sinal completamente estúpida e inútil.
Se alguém me puder esclarecer, agradeço.
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
sábado, 22 de janeiro de 2011
ODEIO A ÉPOCA DE EXAMES!
Hoje é a festa do vigésimo aniversário da minha mais antiga amiga de infância.
Amanhã é o primeiro aniversário da minha afilhada.
Não vou a nenhum dos dois. E porquê? Exames e respectivo estudo. Eu sei, dá vontade de cortar os pulsos. Ainda mais quando vemos o nosso esforço a não ser recompensado e quando nos vemos obrigados a abdicar das coisas que nos fazem verdadeiramente felizes.
Nunca mais chega dia 11!
Amanhã é o primeiro aniversário da minha afilhada.
Não vou a nenhum dos dois. E porquê? Exames e respectivo estudo. Eu sei, dá vontade de cortar os pulsos. Ainda mais quando vemos o nosso esforço a não ser recompensado e quando nos vemos obrigados a abdicar das coisas que nos fazem verdadeiramente felizes.
Nunca mais chega dia 11!
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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
2010
A pessoa em quem mais pensei
Ele
A pessoa com quem passei mais tempo
Dé
A pessoa que mais me surpreendeu
Lu
A pessoa que mais me desiludiu
Ele (e eu, que as verdades são para serem ditas)
A pessoa que mais esteve comigo quando eu mais precisei
Lu
A pessoa que eu mais queria ao meu lado quando eu mais precisei
V.
A pessoa que eu mais gostei de conhecer
Lúcia
A pessoa que eu mais gostei de conhecer melhor
Telma
A pessoa com quem eu mais aprendi
Pai
A pessoa que mais conselhos me deu
Ju
A pessoa que mais me fez pensar sobre a vida
Mariana
A pessoa que mais me fez rir
Ju
A pessoa que mais me fez sorrir
Ele
A pessoa com quem troquei mais mensagens
Ju
A pessoa com quem passei mais tempo ao telefone
Rui
As pessoa com quem me diverti mais
Amigas 4ever
A pessoa que mais aturou as minhas crises
Lu
A pessoa mais parecida comigo
Mafalda
A pessoa a quem eu fiquei a dever alguma atenção
Vera
A pessoa de quem eu mais falei
Ele
A pessoa com quem eu mais falei
Ju
A pessoa com quem fui mais injusta
Mãe
Aquilo que me deu mais dores de cabeça
Faculdade
Aquilo que mais me fez feliz
Nascimento da afilhada
Aquilo que me deixou mais desolada
Noticias do pai
Os melhores momentos foram passados com
Ele e amigos em geral
Os sítios
Algarve e a quinta
Os eventos
Queima das Fitas e S. Paio
O melhor mês
Agosto
O pior mês
Março
Os cafés
Triângulo e Piolho
Os bares
Bicalho, Armazém do Chá e Plano B
A discoteca
Via Rápida
A Faculdade
FPCEUP (apesar de tudo, é a minha)
Os 3 filmes
Closer
A Esperança Está Onde Menos Se Espera
Contraluz
As músicas
Natiruts – Sorri sou rei
Nicolaj Grandjean – Heroes and Saints
Os Azeitonas – Anda Comigo Ver os Aviões
Damien Rice – The Blower’s Daughter
Marcelo D2 – Dor de Verdade
The Black Eyed Peas – I Gotta Feeling
Pacman – Lábios de Vinho
Xutos e Pontapés – Para Sempre
Bezegol – Rude Sentido
Pearl Jam – Just Breathe
David Fonseca – A Cry 4 Love
Nota: Importante referir que a pessoa mais chatinha de 2010 foi a Telma (e as suas "festinhas" no joelho) :b
Ele
A pessoa com quem passei mais tempo
Dé
A pessoa que mais me surpreendeu
Lu
A pessoa que mais me desiludiu
Ele (e eu, que as verdades são para serem ditas)
A pessoa que mais esteve comigo quando eu mais precisei
Lu
A pessoa que eu mais queria ao meu lado quando eu mais precisei
V.
A pessoa que eu mais gostei de conhecer
Lúcia
A pessoa que eu mais gostei de conhecer melhor
Telma
A pessoa com quem eu mais aprendi
Pai
A pessoa que mais conselhos me deu
Ju
A pessoa que mais me fez pensar sobre a vida
Mariana
A pessoa que mais me fez rir
Ju
A pessoa que mais me fez sorrir
Ele
A pessoa com quem troquei mais mensagens
Ju
A pessoa com quem passei mais tempo ao telefone
Rui
As pessoa com quem me diverti mais
Amigas 4ever
A pessoa que mais aturou as minhas crises
Lu
A pessoa mais parecida comigo
Mafalda
A pessoa a quem eu fiquei a dever alguma atenção
Vera
A pessoa de quem eu mais falei
Ele
A pessoa com quem eu mais falei
Ju
A pessoa com quem fui mais injusta
Mãe
Aquilo que me deu mais dores de cabeça
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Aquilo que mais me fez feliz
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Aquilo que me deixou mais desolada
Noticias do pai
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O melhor mês
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O pior mês
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Bicalho, Armazém do Chá e Plano B
A discoteca
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A Esperança Está Onde Menos Se Espera
Contraluz
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Nicolaj Grandjean – Heroes and Saints
Os Azeitonas – Anda Comigo Ver os Aviões
Damien Rice – The Blower’s Daughter
Marcelo D2 – Dor de Verdade
The Black Eyed Peas – I Gotta Feeling
Pacman – Lábios de Vinho
Xutos e Pontapés – Para Sempre
Bezegol – Rude Sentido
Pearl Jam – Just Breathe
David Fonseca – A Cry 4 Love
Nota: Importante referir que a pessoa mais chatinha de 2010 foi a Telma (e as suas "festinhas" no joelho) :b
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sábado, 18 de dezembro de 2010
A minha semana vai ser assim
Hoje: jantar com elas.
Amanhã: recuperar do jantar de hoje.
Segunda-feira: jantar com o pessoal do secundário (mal posso esperar!).
Terça-feira: recuperar do jantar de segunda e possivelmente outro jantar de Natal.
Quarta, quinta e sexta-feira: trabalho.
Sábado: Natal.
Domingo: recuperar do Natal.
E agora vocês perguntam: no meio disso tudo quando é que vais começar a estudar para os (SEIS) exames? E eu respondo: Não sei. Mas duvido que isso aconteça antes de dia 26. Eu sei que é errado, mas não tenho culpa. Tipo, as férias de Natal deveriam ser para descansar e não para estudar para os exames. Certo?
Amanhã: recuperar do jantar de hoje.
Segunda-feira: jantar com o pessoal do secundário (mal posso esperar!).
Terça-feira: recuperar do jantar de segunda e possivelmente outro jantar de Natal.
Quarta, quinta e sexta-feira: trabalho.
Sábado: Natal.
Domingo: recuperar do Natal.
E agora vocês perguntam: no meio disso tudo quando é que vais começar a estudar para os (SEIS) exames? E eu respondo: Não sei. Mas duvido que isso aconteça antes de dia 26. Eu sei que é errado, mas não tenho culpa. Tipo, as férias de Natal deveriam ser para descansar e não para estudar para os exames. Certo?
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Paradoxos
Adoro elogios, mas dificilmente acredito neles. Quão paradoxal será isto?
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domingo, 7 de novembro de 2010
É exactamente isto
Por vezes aparecem pessoas que nos vão envolvendo devagarinho, não sei se consciente ou inconscientemente, mas, como quem não quer a coisa, nos vão cozinhando em banho-maria, uma pitada de sal aqui, uma de pimenta ali, umas ervas ou especiarias acolá, e assim nos vão mantendo, sempre sem levantar fervura, nada explícito, nada concreto, só leves sugestões e ambiguidades, enquanto decidem se sim se sopas. E depois lá decidem e apagam o lume, e uma pessoa fica ali a boiar, mal passada, sem perceber muito bem o que aconteceu, que estava tão sossegadinha no seu canto, para que a foram desassossegar, duvidando de si, da sua lucidez, se terá interpretado mal, se era fantasia, se terá imaginado tudo, se era só coisa da sua cabeça. Depois, claro, é deixar arrefecer, voltar ao normal, temperatura ambiente, pois, sim, amigos como antes, reset, que afinal nem sequer há certezas que justifiquem mais explicações. A incomodar só fica mesmo a puta da dúvida: não era da minha cabeça, pois não?
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quinta-feira, 28 de outubro de 2010
É impressão minha...
Ou está toda a gente a cagar-se bem de alto para toda a gente? E, pior, toda a gente vive bem com isso?! Cambada de conformistas!
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quarta-feira, 6 de outubro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
Estranho?


Quão estranho será o facto de a única recordação palpável que eu tenho dele ser algo que de um lado diz "Fumar prejudica gravemente a sua saúde e a dos que o rodeiam" e do outro diz "Fumar bloqueia as artérias e provoca ataques cardíacos e enfartes"? Sim, a única recordação palpável que eu tenho dele é um maço de tabaco vazio. Um Lucky Srike. Pelo menos é um exemplar de uma edição limitada. Ainda pensei em oferece-lo à minha irmã, que faz colecção. Mas não, as recordações são para ser guardadas. Pelo menos as boas. Sejam de que tipo forem.
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sábado, 10 de julho de 2010
Dos divórcios
O divórcio é uma coisa complicada. Digam o que disserem, é. Para ambas as partes. E não só. Também é muito difícil para aqueles que são mais próximos do casal. Os filhos, por exemplo, sofrem tanto ou mais que os pais. Claro que tudo depende do tipo e das condições do divórcio, da idade dos filhos, de como será a vida “pós-divórcio”. Aquela coisa da custódia paternal ficar dividida faz-me uma certa espécie. Ora quinze dias em casa da mãe, ora quinze dias em casa do pai… Isto na cabeça de uma criança não deve ser nada fácil. E apesar de, em algumas situações, resultar, esses casos são excepções à regra. Porque, normalmente, a criança não consegue gerir a situação, facto esse que pode conduzir a implicações psicológicas e emocionais graves.
A taxa de divórcios é cada vez maior. Dizem que também tem a ver com a crise. Eu sou da opinião de que, se a coisa não resulta, que vá cada um para seu lado. “Xau e até à próxima, já não fazes parte do meu projecto de vida!” – como diria o professor PS. O que eu acho completamente ridículo são aqueles casais que se casam porque estão loucamente apaixonados e depois, passados dois meses, se divorciam porque já não se podem ver um ao outro. Para quê o casamento, então? – questiono-me. Só porque fica bonito na fotografia ela com um vestido de princesa e ele num smoking que o faz parecer um pinguim? E com a legenda “felizes para sempre”? Pois que o “sempre” acaba dois meses depois, a fotografia é rasgada num momento de raiva ou então guardada no fundo de uma gaveta e o “felizes” se calhar nem nunca chegou a existir.
No casamento da minha prima, já com uns copos a mais, estava a falar com um homem casado precisamente sobre o casamento. E no calor da conversa disse-lhe que cada vez mais achava o casamento uma fachada. Claro que fui radical e generalizei. Mas ele, de certa forma, concordou comigo e contou-me que, recentemente surgiu uma lei que permite a anulação do casamento. Isto porquê? Porque a taxa de divórcios atingiu um limite quase insustentável que, qualquer casal que esteja casado há menos de seis meses pode anular o casamento de maneira a evitar todas as complicações que um divórcio traz consigo.
O divórcio é uma coisa complicada e eu tenho uma opinião muito formada sobre o assunto. Os meus pais divorciaram-se e eu era ainda uma miúda de treze anos quando tive de abandonar a minha casa, a minha escola, os meus amigos e a minha cidade para vir morar para o Porto com a minha mãe. Não foi um divórcio litigioso mas foi difícil. Muito difícil. Deixou feridas impossíveis de sarar na minha mãe e, em mim, memórias de tempos amargos que eu jamais esquecerei. O meu pai, esse, refez a sua vida e voltou a casar. Não digo que os homens sofram menos, mas acredito que têm uma maior capacidade para ultrapassar desilusões sentimentais.
A taxa de divórcios é cada vez maior. Dizem que também tem a ver com a crise. Eu sou da opinião de que, se a coisa não resulta, que vá cada um para seu lado. “Xau e até à próxima, já não fazes parte do meu projecto de vida!” – como diria o professor PS. O que eu acho completamente ridículo são aqueles casais que se casam porque estão loucamente apaixonados e depois, passados dois meses, se divorciam porque já não se podem ver um ao outro. Para quê o casamento, então? – questiono-me. Só porque fica bonito na fotografia ela com um vestido de princesa e ele num smoking que o faz parecer um pinguim? E com a legenda “felizes para sempre”? Pois que o “sempre” acaba dois meses depois, a fotografia é rasgada num momento de raiva ou então guardada no fundo de uma gaveta e o “felizes” se calhar nem nunca chegou a existir.
No casamento da minha prima, já com uns copos a mais, estava a falar com um homem casado precisamente sobre o casamento. E no calor da conversa disse-lhe que cada vez mais achava o casamento uma fachada. Claro que fui radical e generalizei. Mas ele, de certa forma, concordou comigo e contou-me que, recentemente surgiu uma lei que permite a anulação do casamento. Isto porquê? Porque a taxa de divórcios atingiu um limite quase insustentável que, qualquer casal que esteja casado há menos de seis meses pode anular o casamento de maneira a evitar todas as complicações que um divórcio traz consigo.
O divórcio é uma coisa complicada e eu tenho uma opinião muito formada sobre o assunto. Os meus pais divorciaram-se e eu era ainda uma miúda de treze anos quando tive de abandonar a minha casa, a minha escola, os meus amigos e a minha cidade para vir morar para o Porto com a minha mãe. Não foi um divórcio litigioso mas foi difícil. Muito difícil. Deixou feridas impossíveis de sarar na minha mãe e, em mim, memórias de tempos amargos que eu jamais esquecerei. O meu pai, esse, refez a sua vida e voltou a casar. Não digo que os homens sofram menos, mas acredito que têm uma maior capacidade para ultrapassar desilusões sentimentais.
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sexta-feira, 18 de junho de 2010
Amores de Verão


Enterram-se ou não na areia?
Pode parecer estúpido, mas já pensei muito sobre esta questão. Penso muito no amor, no geral e, recentemente, tenho pensado neste tipo de amor em específico. Antes de mais, será que podemos catalogar o amor em vários tipos? Não sei de podemos, mas sei que o vou fazer neste caso concreto. Dando seguimento ao raciocínio anterior, é verdade, tenho pensado bastante sobre os amores de Verão. Não sei se será pelo aproximar da estação em causa, se por já ter tido um grande amor destes no passado e por me ter lembrado dele presentemente, não sei… Sei que acho que é preciso saber distinguir entre aquilo que é uma simples paixoneta, uma curte e aquilo que é um amor avassalador que só acaba porque o Verão (e tudo na vida) tem um fim. São esses amores - os avassaladores - que nos deixam de coração despedaçado quando têm de acabar, que nos fazem chorar, chorar e chorar quando nos despedimos. São amores inesquecíveis.
Aqui, falo no meu caso concreto. O meu único e grande amor de Verão foi vivido há dois anos, no Algarve. Estávamos mesmo apaixonados. Vivemos de forma muito intensa aqueles quinze dias, da forma mais intensa possível. Mas ele era de Lisboa e eu do Porto, o que significava que acabando as férias, acabava também aquilo que nós tínhamos. E esse momento chegou. E nós choramos muito. Eu pensei que não ia conseguir viver sem ele, ele pensou que não ia conseguia viver sem mim. Fizemos mil e um planos para nos visitarmos, no mínimo, uma vez por mês até chegar o Verão seguinte. Quantas vezes tornamos esses planos realidade? Nenhuma. No inicio a distância doeu muito. Mas depois passou, a pouco e pouco, e aquele que foi o mais quente Verão foi dando lugar a um Outono glacial. O amor, esse, ficou realmente enterrado na areia daquela praia em que fomos tão felizes juntos. As boas recordações, essas, permanecem na memória, tão vivas como se não tivessem passado dois anos. E vão permanecer sempre.
No ano anterior a esse, uma prima minha tinha acabado um relacionamento de oito anos. Como sempre, foi para o Algarve connosco. Mas desta vez sozinha. Até que numa noite mais quente e mais bebida, acabou por se envolver com um amigo do irmão. Passaram o resto das férias juntos. Claro que toda a gente achava que acabado o Verão, acabava a paixão também, até porque ela era de Lisboa e ele do Algarve. Além disso, ela tinha saído há pouco tempo de uma relação de oito anos que tinha acabado mal, por isso não ia atirar-se assim de cabeça para um novo amor.
Dia 26 de Junho de 2010, esse mesmo casal casa-se, nessa mesma praia onde tudo começou. Parece que toda a gente se enganou e parece, também, que este (aparente) amor de Verão, não foi enterrado na areia.
Pode parecer estúpido, mas já pensei muito sobre esta questão. Penso muito no amor, no geral e, recentemente, tenho pensado neste tipo de amor em específico. Antes de mais, será que podemos catalogar o amor em vários tipos? Não sei de podemos, mas sei que o vou fazer neste caso concreto. Dando seguimento ao raciocínio anterior, é verdade, tenho pensado bastante sobre os amores de Verão. Não sei se será pelo aproximar da estação em causa, se por já ter tido um grande amor destes no passado e por me ter lembrado dele presentemente, não sei… Sei que acho que é preciso saber distinguir entre aquilo que é uma simples paixoneta, uma curte e aquilo que é um amor avassalador que só acaba porque o Verão (e tudo na vida) tem um fim. São esses amores - os avassaladores - que nos deixam de coração despedaçado quando têm de acabar, que nos fazem chorar, chorar e chorar quando nos despedimos. São amores inesquecíveis.
Aqui, falo no meu caso concreto. O meu único e grande amor de Verão foi vivido há dois anos, no Algarve. Estávamos mesmo apaixonados. Vivemos de forma muito intensa aqueles quinze dias, da forma mais intensa possível. Mas ele era de Lisboa e eu do Porto, o que significava que acabando as férias, acabava também aquilo que nós tínhamos. E esse momento chegou. E nós choramos muito. Eu pensei que não ia conseguir viver sem ele, ele pensou que não ia conseguia viver sem mim. Fizemos mil e um planos para nos visitarmos, no mínimo, uma vez por mês até chegar o Verão seguinte. Quantas vezes tornamos esses planos realidade? Nenhuma. No inicio a distância doeu muito. Mas depois passou, a pouco e pouco, e aquele que foi o mais quente Verão foi dando lugar a um Outono glacial. O amor, esse, ficou realmente enterrado na areia daquela praia em que fomos tão felizes juntos. As boas recordações, essas, permanecem na memória, tão vivas como se não tivessem passado dois anos. E vão permanecer sempre.
No ano anterior a esse, uma prima minha tinha acabado um relacionamento de oito anos. Como sempre, foi para o Algarve connosco. Mas desta vez sozinha. Até que numa noite mais quente e mais bebida, acabou por se envolver com um amigo do irmão. Passaram o resto das férias juntos. Claro que toda a gente achava que acabado o Verão, acabava a paixão também, até porque ela era de Lisboa e ele do Algarve. Além disso, ela tinha saído há pouco tempo de uma relação de oito anos que tinha acabado mal, por isso não ia atirar-se assim de cabeça para um novo amor.
Dia 26 de Junho de 2010, esse mesmo casal casa-se, nessa mesma praia onde tudo começou. Parece que toda a gente se enganou e parece, também, que este (aparente) amor de Verão, não foi enterrado na areia.
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quarta-feira, 16 de junho de 2010
O que ficou por dizer
Desde o começo não sei quem és, no fundo não te conheço. Se calhar sou a culpada, se calhar até mereço… Quis confiar em ti, mas não deixaste, não quiseste - imagino as coisas que tu nunca me disseste. Às vezes queria ser mosca e voar por aí, pousar em ti, ouvir o que nunca ouvi, ver o que nunca vi nem conheci, saber se pensas em mim quando não estás comigo. Será que és meu amigo como eu sou tua amiga? Será que falas mal de mim nas minhas costas? Há coisas em ti que tu não mostras, ou já não gostas. Quantas vezes te pedi para seres sincero? Imagino tanta coisa enquanto estou à tua espera. Apostei tudo que tinha e saí a perder, sem perceber, surpreendida por quem pensei conhecer. Sem confiança, a relação não resiste, o amor não existe. Quando mentiste não fiquei zangada, mas triste. Não peço nada em troca, apenas quero sinceridade. Por mais crua e difícil que seja, venha a verdade! Será que é medo? Será que para ti não passei que mais um brinquedo? Será que exagero? Será que não passa de imaginação? Será que é o meu nome que tens gravado no coração? Eu sou a merda que vês, ao menos sabes quem sou. E sabes que tudo que tenho é tudo aquilo que eu te dou. Nunca te prometi mais do que podia. Prefiro encarar a realidade do que viver na fantasia. Também te magoei, mas nunca foi essa a intenção. E acredita que ver-te infeliz me partiu o coração. Mas errar é humano e eu dou o braço a torcer: reconheço os meus erros, sei que já te fiz sofrer. Porque é que não me olhas nos olhos quando pedes perdão? Será que é por saberes que neles vejo o reflexo do teu coração? E os olhos não mentem enquanto a boca o faz. Se ainda não me conheces, então nunca conhecerás. Serás capaz de fazer o que te peço? A chama enfraquece e está a morrer aos poucos Porque é que é assim? Será que estamos a ficar loucos? Acho que nunca soubeste o quanto gostei de ti. Esta é a carta que eu nunca te escrevi.
A Carta que Nunca Te Escrevi, Boss ac (adaptado)
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sexta-feira, 11 de junho de 2010
Mistério?
Ontem recebi uma mensagem de um número que não conheço, apenas e simplesmente com o nome de uma música. Respondi com a pergunta de praxe "quem és?". Não obtive qualquer resposta. E mais sinal de vida não deu. Como ontem estava ocupadissima a estudar-que-nem-uma-louca-para-o-exame-de-hoje, só à bocadinho é que fui ver de que música é que se tratava. E não é que gostei? Muito sinceramente acho que quem me mandou a mensagem, a mandou por engano. Mas, nunca se sabe... Haverá por aqui mistério?
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