Eu e a minha mãe, cada uma no seu sofá, a dançarmos esta música (sim, sentadas) de uma maneira ridícula. Quem nos visse diria que somos as duas muito malucas. E somos. (Tenho para mim que a culpa é da Psicologia.) Enfim, estes pequenos momentos abrilhantam a vida, até mesmo nos dias mais frios, chuvosos e tristes.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Constatação
Às vezes acho que, inconscientemente, fui para Psicologia para tentar descobrir por mim mesma as soluções para os meus próprios problemas.
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domingo, 28 de novembro de 2010
Um conselho:

Se alguma vez vos convidarem para um casting, mesmo que não estejam minimamente interessados, vão! Acreditem, vão sair de lá de pazes feitas com o vosso ego e com a auto-estima uns (largos) pontinhos mais acima. Claro que a sensação é efémera, mas é tão bom enquanto dura!
Tirando o facto de ter sido pesada (eu O-DEI-O pesar-me!), foi tudo óptimo! Imensos elogios à minha pessoa, ao ponto de me deixarem extremamente sem jeito. "Morenas bonitas temos muitas no nosso país! Mas loiras? A Diana Chaves e pouco mais!". E ainda fiquei a saber que meço 1.73 m! Nunca pensei medir mais que 1.70. Agora estão à espera que eu ligue para lá a dizer se realmente quero ou não trabalhar com eles. A minha mãe diz que se calhar até me iria fazer bem, que provavelmente iria melhorar a minha auto-confiança. O meu pai diz que se eu quiser, me ajuda nos custos. Mas, apesar do apoio dos meus pais e de todos os elogios que me foram feitos, vou recusar o convite.
Tirando o facto de ter sido pesada (eu O-DEI-O pesar-me!), foi tudo óptimo! Imensos elogios à minha pessoa, ao ponto de me deixarem extremamente sem jeito. "Morenas bonitas temos muitas no nosso país! Mas loiras? A Diana Chaves e pouco mais!". E ainda fiquei a saber que meço 1.73 m! Nunca pensei medir mais que 1.70. Agora estão à espera que eu ligue para lá a dizer se realmente quero ou não trabalhar com eles. A minha mãe diz que se calhar até me iria fazer bem, que provavelmente iria melhorar a minha auto-confiança. O meu pai diz que se eu quiser, me ajuda nos custos. Mas, apesar do apoio dos meus pais e de todos os elogios que me foram feitos, vou recusar o convite.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Viver
Já não é igual. Ainda penso nele todos os dias, mas já não é a mesma coisa. Agora é de uma forma diferente. Ele marcou-me muito, por isso nunca será uma daquelas pessoas que entrou e saiu da minha vida como se nada fosse. Não. Ele foi importante. E não foi por acaso que ficou comigo, em mim durante tanto tempo. Às vezes é preciso lutares, sofreres, caíres, seres pisada, levantares-te, voltares a cair, seres espezinhada... para chegares à conclusão de que afinal estavas a lutar por uma causa perdida. Às vezes, por mais que queiras, não nada que possas fazer para alterar os factos. E, de facto, ele seguiu em frente. Eu estagnei durante meses mas ele segui em frente. Eu esperei mas mesmo assim ele não quis voltar atrás. E chega um momento em que te apercebes de que tens que dizer Chega!. A vida não para. Pelo contrário, corre. E está a correr à velocidade da luz, a passar-te ao lado. Nesse momento acordas, abres os olhos e, finalmente, vives.
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quinta-feira, 25 de novembro de 2010
É exactamente isto
não preciso de passar pela dor para sentir que sou uma pessoa melhor que aqueles que nunca sofreram. não preciso de passar por dificuldades para saber dar valor ao que tenho. não preciso de perder para dar valor. mas preciso de errar para aprender. precisamos todos.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Chorar
Tiago: Como é que o João te convenceu a vires cá para casa?
Mariana: Não sei... Divertimo-nos, ele fez-me rir...
Tiago: O João? Fez-te rir? Não... Não acredito!
Mariana: Porque é que não acreditas?
Tiago: Já vais perceber. (...) Vou-te contar uma história. (...) Bom, queres ouvir uma história? No Bairro Alto, numa noite, há uma rapariga que está tristíssima, sentada num passeio, agarrada ao telemóvel, está a chorar. UE há um rapaz que passa e vê a rapariga e ele pensa "eu tenho que a fazer sorrir!" e aquilo torna-se o objectivo dele naquela noite. Ele vai contra candeeiros, ele dá cambalhotas, ele faz o pino ele cita sketches dos Monty Phyton... E ela, finalmente, sorri.
Mariana: É uma boa história.
Tiago: Não acaba aqui! Vão para casa os dois... Num dia beijam-se, no outro despem-se. Parecia que estava ali a começar uma coisa muito, muito bonita entre eles, uma história de amor absolutamente arrebatadora! Um dia ele acorda, olha para o lado e ela não está lá. Há um bilhetinho na mesa de cabeceira e nesse bilhetinho sabes o que é que estava escrito?
Mariana: O quê?
Tiago: Estava escrito "Desculpa. Tu fizeste-me sorrir, mas ele faz-me chorar!"
Mariana: Bem, essa é a história mais triste que alguma ouvi.
Tiago: Pois é. O raio miúda partiu-me o coração.
(Algum tempo depois...)
Mariana: Sabes porque é que eu percebi que estava apaixonada por ti?
João: Tu disseste... Fiz-te rir!
Mariana: Não! Porque me fizeste chorar.
Mariana: Sabes porque é que eu percebi que estava apaixonada por ti?
João: Tu disseste... Fiz-te rir!
Mariana: Não! Porque me fizeste chorar.
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Conclusão #17

Sem uma contra-cultura, a cultura não seria uma realidade. *
* Conclusão tirada graças a uma conversa meia louca na noite de ontem.
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