Estou farta. Estou cansada, aliás estou saturada. É a pior fase de todas, esta que estou a viver. Nada está a correr bem. Estou cansada da escola, dos testes, dos trabalhos e afins. Não tenho um rumo traçado, não tenho objectivos para o meu futuro, não faço a mais pequena ideia de onde vou estar daqui a meia dúzia de meses. Estou desmotivada, sim é isso. E acho que é por isso que já não me consigo concentrar nos estudos. E não é só isso. Sinto-me sozinha no meio da multidão. Está toda a gente feliz e apaixonada, menos eu. Minto, apaixonada estou, mas não conheço a sensação de felicidade há um bom tempo. Claro que fico contente sabendo que todos à minha volta estão de bem com a vida finalmente, mas não deixo de me sentir extremamente frustrada por só os outros conseguirem e eu não. Tu, que apesar de estares tão perto de mim, estás cada vez mais distante. As nossas conversas com duplos sentidos estão a tornar-se cada vez mais frequentes. Sem ninguém saber, falamos de tudo o que se passou. E isso mata-me por dentro. Acredito que encares tudo de maneira diferente da minha. Acredito que olhes para tudo o que se passou com uma certa frieza. Acredito que tenhas deixado tudo no passado. Mas eu não sou assim. Eu acredito piamente que nada acontece por acaso. Não faço nada por fazer, ou pelo menos tento. Não quero ser assim. Quero mudar. Se estou mal tenho plena consciência de que a culpa é exclusivamente minha. Já me disseram que estou demasiadamente presa ao passado. Não sei se será esse o problema. Não sei qual será. Estou a desesperar. Acho que é o fim.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
segunda-feira, 18 de maio de 2009
broken fairytale

«So of course, you were supposed to call me tonight,
You were supposed to call me tonight,
We'd have gone to the cinema,
And afterwards the restaurant,
The one you like in your street.
We'd have slept together,
Had a nice breakfast together,
And then a walk in the park together,
How beautiful it would have been.
You would have said: "I love you",
In the cutest place on earth,
Where some little vines are dancing with the fairies.
I would have waited like a week or two,
But you never tried to reach me, no,
You never called me back.»
We'd have gone to the cinema,
And afterwards the restaurant,
The one you like in your street.
We'd have slept together,
Had a nice breakfast together,
And then a walk in the park together,
How beautiful it would have been.
You would have said: "I love you",
In the cutest place on earth,
Where some little vines are dancing with the fairies.
I would have waited like a week or two,
But you never tried to reach me, no,
You never called me back.»
Soko - I'll Kill Her
terça-feira, 12 de maio de 2009
Sweet Memories
Porque recordar é viver e porque estes dias e estas noites vão ficar para sempre gravadas em mim... Saudades, muitas saudades!
P.S.- Para quem não sabe, eu sou a rapariga de preto que está a dançar com a de branco lá no meio 8D
domingo, 10 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Há tanta coisa por dizer...
Hoje voltei a lembrar-me de tudo. Não te vou dizer que foi mágico, não te vou dizer que foste especial. Mas foste único, disso tenho a certeza.
Hoje estavas sentado à minha frente, estavas a falar comigo e eu estava a responder-te, naturalmente. Mas eu não estava ali. Estava bem longe. Estava a pensar em tudo o que se passou e, sobretudo, estava a pensar na nossa capacidade de agir como se nada tivesse acontecido. Nunca chegamos a falar daquilo que houve entre nós naqueles dias, naquele sítio. Nunca falamos sobre isso e, no entanto, agimos como se tudo tivesse ficado esclarecido. Mas não ficou. Nem para mim, nem para ti… Ainda há tanta coisa por viver!
Há tantas coisas que nunca te disse. Flutuo por este noante em busca dessas palavras a menos, atravessadas entre nós como um longo corredor de prisão.
Hoje estavas sentado à minha frente, estavas a falar comigo e eu estava a responder-te, naturalmente. Mas eu não estava ali. Estava bem longe. Estava a pensar em tudo o que se passou e, sobretudo, estava a pensar na nossa capacidade de agir como se nada tivesse acontecido. Nunca chegamos a falar daquilo que houve entre nós naqueles dias, naquele sítio. Nunca falamos sobre isso e, no entanto, agimos como se tudo tivesse ficado esclarecido. Mas não ficou. Nem para mim, nem para ti… Ainda há tanta coisa por viver!
Há tantas coisas que nunca te disse. Flutuo por este noante em busca dessas palavras a menos, atravessadas entre nós como um longo corredor de prisão.
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ironia do destino
segunda-feira, 4 de maio de 2009
sábado, 2 de maio de 2009
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