Há duas coisas que não consigo tolerar nas pessoas. Fora estas duas coisas, as pessoas podem ter todos os defeitos e mais alguns, que eu lido bem com eles (ou pelo menos tento). Falo de mentira - aqui não se englobam as mentirinhas piedosas - e de falta de sentido de justiça. Então quando estas duas características se combinam numa só pessoa é mesmo para esquecer.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Em 2013
- Terminar a Licenciatura e decidir a área de Mestrado;
- Festejar os meus 22 anos no Brasil;
- Fazer uma road trip em Itália;
- Deixar de fumar;
- Não cometer os mesmos erros;
- Focar-me naquilo que me faz bem;
- Aguentar as saudades;
- Encontrar momentos felizes todos os dias, até naqueles em que tudo corre mal;
- Dar valor a quem se preocupa comigo, me quer bem e está do meu lado e esquecer o resto;
- Começar a fazer Voluntariado;
- Voltar a correr;
- Dizer "gosto de ti" mais vezes;
- Crescer;
- Ser muito feliz em Agosto.
- Festejar os meus 22 anos no Brasil;
- Fazer uma road trip em Itália;
- Deixar de fumar;
- Não cometer os mesmos erros;
- Focar-me naquilo que me faz bem;
- Aguentar as saudades;
- Encontrar momentos felizes todos os dias, até naqueles em que tudo corre mal;
- Dar valor a quem se preocupa comigo, me quer bem e está do meu lado e esquecer o resto;
- Começar a fazer Voluntariado;
- Voltar a correr;
- Dizer "gosto de ti" mais vezes;
- Crescer;
- Ser muito feliz em Agosto.
♥
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
2012
Obrigada 2012 por me teres ensinado tanto, por me teres
feito crescer e por me teres tornado numa pessoa um bocadinho melhor (pelo
menos quero acreditar que sim). Obrigada por me teres mostrado que a verdadeira
amizade realmente existe e que há amigos incondicionais. Obrigada por provares
que não há distância que possa apagar sentimentos genuinamente fortes. Obrigada
por me teres ensinado a lidar melhor com essa saudade que às vezes parece que
mata e por me teres ajudado a valorizar os momentos, por mais ínfimos que
sejam, em que a posso “enganar”.
Obrigada pelas pessoas que trouxeste, pelas que mantiveste e
pelas que levaste. Porque foram as “maças podres” desta vida que me mostraram
as pessoas puras, boas e perfeitas na sua imperfeição. Obrigada por me teres
provado que ninguém é feliz sozinho e que, às vezes, não faz mal pedir ajuda.
Obrigada, sim, àqueles que estiveram comigo mesmo não
estando fisicamente presentes. Obrigada a quem me acolheu, a quem me tratou
como família a quem me deu uma mão quando precisei de ajuda para me levantar,
a quem me mimou quando me senti mal amada. Obrigada a quem riu comigo, quem
dançou, saltou, cantou e fez as maiores loucuras comigo. Obrigada a quem
entendeu o meu silêncio, a quem me abraçou. Obrigada a quem me ofereceu ajuda
sem esperar nada em troca, a quem me secou as lágrimas, a quem chorou comigo e
quem me fez rir até ao choro.
Obrigada a todos vocês que se cruzaram comigo neste ano que
termina agora. Obrigada por terem deixado a vossa marca que, sendo boa ou má,
fez de mim uma pessoa com mais força.
Que 2013 chegue cheio de esperança e que seja um ano abençoado
para todos nós! "Tamo junto"! ♥
sábado, 22 de dezembro de 2012
(re)começar
O mundo não acabou, mas este dia 21 foi, sem margem para dúvidas, o início de um novo ciclo. Escrevo-o para, caso alguma vez me esqueça disto e queira voltar atrás, isto me recorde do porquê de ter tomado esta decisão.
Tudo é para sempre até acabar.
Tudo é para sempre até acabar.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Dos regressos
Hoje pus-me a ler coisas antigas aqui no blogue. Quando dei por mim já tinha percorrido quase todo o ano de 2011. 257 posts. E concluí que é giro ver como as coisas mudam, como ler determinado texto nos pode transmitir determinado sentimento, como muitas das situações de sufoco acabaram por se resolver e como os momentos felizes, por mais perdidos que estejam no tempo, nunca deixam de o ser. Hoje, ao ler o meu blogue, tive pena. Pena de ter parado de escrever, de me ter cansado. Pena de não ter "perpetuado" as peripécias que me foram acontecendo nestes últimos meses. Pena de não ter sido capaz de libertar as minhas frustrações aqui, como sempre fiz. Então, hoje, decidi escrever outra vez. Sem promessas. Sem expectativas. Sem saber se isto se vai voltar a tornar numa rotina. Mas hoje escrevo, segura de que este meu cantinho será sempre meu e estará sempre aqui, com uma página em branco, à minha espera.
Fosse tudo na vida assim...
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